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Úrsula Corona relembra carreira no Brasil e diz que assaltos motivaram mudança para Portugal

·2 minuto de leitura

As calçadas de pedras portuguesas ganharam novas estrelas. Sobre os mosaicos circulam atrizes e atores brasileiros que se mudaram para Portugal. O elenco é tão ou mais numeroso quanto o de uma novela. Eles abrem mão de contrato fixo e conquistam a liberdade para interpretar o papel cotidiano de reescrever sua própria vida. Ou experimentar histórias fora da profissão. Mas, ao menos na TV, o personagem que quase sempre garante trabalho ainda é mesmo o de brasileiro. É o caso da atriz Úrsula Corona. Apesar de não viver um endeusamento, os portugueses também amam novelas e às vezes confundem realidade e ficção. A artista chegou a levar uma pancada com um jornal dobrado porque um taxista cismou que ela e a vilã que interpretava eram a mesma pessoa.

— O motorista virou e disse: “A menina matou os cavalos”. Eu não sabia que a cena em que a Taís mata os cavalos em “Sol de Inverno”, da SIC, tinha ido ao ar. Disse que não e ele insistiu e insistiu até que pegou o jornal e me bateu — diz Corona, de 39 anos, que trabalha no país desde 2011.

Ela divide seu tempo entre Londres, Brasil e Lisboa, onde faz reforma de um apartamento nos arredores do Príncipe Real. Apesar da iminente estreia como apresentadora de um programa na TV portuguesa, tem outros projetos artísticos no Reino Unido e lidera um movimento de combate à fome no Brasil. Na última novela que fez em Portugal, “Na Corda Bamba”, da TVI, que terminou em 2020, integrava um núcleo com seis atores fixos brasileiros, além de convidados, fazendo papéis de brasileiros.

— Minha carreira no Brasil estava ótima, mas fui assaltada sete vezes. Não andar com liberdade é a maior violência. Mas o mercado é pequeno comparado ao do Brasil e por isso eu não concentrei minha vida toda em Lisboa — conta a carioca, que atuou em novelas no Brasil, como "Totalmente demais", "O Astro" e "Floribella".

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