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Últimos 8 anos atingem recordes de temperatura e a crise climática se agrava

Um relatório apresentado em conferência da Organização das Nações Unidas (ONU) neste final de semana aponta que cada um dos últimos oito anos foram mais quentes que qualquer outro antes de 2015. O cenário mostra um preocupante agravamento das mudanças climáticas e do aquecimento global.

A conferência anual sobre as mudanças climáticas realizada pela ONU chegou a sua 27ª edição (COP27) e está sendo realizada neste momento em Sharm el-Sheikh, no Egito. Em sua apresentação na COP27, a Organização Meteorológica Mundial (WMO) reportou uma aceleração no aumento do nível dos oceanos, derretimento de geleiras, tempestades torrenciais e ondas de calor.

Para evitar piores consequências, os quase 200 países reunidos no Egito almejam manter o aumento médio da temperatura global em 1,5ºC. Porém, cientistas acreditam que esta marca já é inalcançável: desde o século 2019, a temperatura já subiu mais de 1,1ºC, sendo que metade do aumento aconteceu nos últimos 30 anos.

A preocupante quebra de recordes

Embora os recordes mundiais que vemos em competições esportivas, por exemplo, sejam impressionantes, nem todo recorde é positivo. O clima mundial vem batendo recorde atrás de recorde para grande preocupação de cientistas e líderes globais.

O degelo nos Alpes suíços ao longo dos ano (Imagem: Neil Entwistle/Reprodução)
O degelo nos Alpes suíços ao longo dos ano (Imagem: Neil Entwistle/Reprodução)

Entre as marcas negativas atingidas nos últimos anos estão: as maiores temperaturas no oceano, o maior aumento em emissões de metano, a maior sequência de secas no leste africano em 40 anos, os maiores derretimentos já registrados das geleiras dos Alpes e mais intensa onda de calor já vista na China. Usain Bolt e Michael Phelps ficariam com inveja.

Quem participa da COP27

Embora as consequências das mudanças climáticas tenham atingido todo o planeta, é fato que países mais pobres, menos responsáveis pela crise ambiental no globo, estão mais vulneráveis aos desastres.

Líderes globais como o presidente norte-americano Joe Biden e o francês Emmanuel Macron estão presentes para discutir as mudanças climáticas. Ausências notáveis incluem o secretário-geral da China, Xi Jinping e o presidente russo Vladimir Putin.

Efeito da seca recorde da China no Rio Yangtze, afetando o tráfego de navios, geração de energia e abastecimento de água (Imagem: European Space Agency/Wikimedia Commons)
Efeito da seca recorde da China no Rio Yangtze, afetando o tráfego de navios, geração de energia e abastecimento de água (Imagem: European Space Agency/Wikimedia Commons)

A COP27 se estende até o dia 18 deste mês e o Brasil deve marcar presença com sua delegação e a presença não oficial do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva, a convite do presidente egípicio.

Fonte: Canaltech

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