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Ômicron tem 5,4 vezes mais chances de causar reinfecção, revela estudo

·2 min de leitura

O risco de reinfecção com a variante do coronavírus Ômicron (B.1.1.529) é 5,4 vezes maior do que o medido para outras cepas, como a Delta (B.1.671.2). Além disso, os dados de saúde do Reino Unido não apontam para casos de infecções mais leves da covid-19, segundo análise do Imperial College London.

"Não encontramos nenhuma evidência (tanto para o risco de comparecimento à hospitalização quanto para o estado dos sintomas) de que a Ômicron tenha gravidade diferente da [cepa] Delta", afirmaram os pesquisadores, no estudo.

Risco de reinfecção com a variante Ômicron é maior, segundo estudo britânico (Imagem: Reprodução/Photocreo/Envato)
Risco de reinfecção com a variante Ômicron é maior, segundo estudo britânico (Imagem: Reprodução/Photocreo/Envato)

Para cientistas sul-africanos, a variante Ômicron seria responsável por casos menos graves da infecção. É o que os responsáveis pela descoberta da nova cepa afirmaram inicialmente, quando só primeiros casos eram confirmados em outros países. Hoje, mais de 90 países relatam a presença da variante.

Ainda não revisado por pares, o estudo sobre a Ômicron foi baseado em dados da Agência de Segurança de Saúde do Reino Unido e do Serviço Nacional de Saúde. Foram incluídos, na pesquisa, pessoas que testaram positivo para a covid-19, entre os dias 29 de novembro e 11 de dezembro.

Risco de reinfecção da Ômicron

O estudo do Imperial College foi baseado em dados de 333 mil pacientes britânicos, incluindo 122 mil infectados pela variante Delta e outros 1.846 pela Ômicron. Estes casos foram confirmados através do sequenciamento do genoma das amostras.

"Controlando o status da vacina, idade, sexo, etnia, estado assintomático, região e data da amostra, a Ômicron foi associado a um risco 5,4 vezes maior de reinfecção em comparação com o Delta", detalharam os pesquisadores do estudo.

Segundo os dados ainda preliminares, a proteção gerada por infecção prévia da covid-19 pode ser de apenas 19% contra a Ômicron. Além disso, foi identificada a capacidade de escape imunológico contra a proteção induzida pelas vacinas.

Entenda o estudo do Imperial College London

"Este estudo fornece mais evidências substanciais de que a Ômicron pode escapar da imunidade anterior dada por infecção ou por vacinação", explicou o professor Neil Ferguson, do Imperial College London.

"O nível de evasão imunológica significa que a Ômicron representa uma grande e iminente ameaça à saúde pública", acrescenta o professor Ferguson sobre as descobertas evidenciadas pelo estudo.

Por outro lado, o pesquisador Clive Dix destaca que ainda "não temos dados suficientes" para classificar a variante Ômicron como essa ameça, segundo noticiou a agência Reuters. "Por exemplo, não temos dados sobre a resposta imune celular, que agora provavelmente está impulsionando a eficácia das vacinas", afirma Dix.

"Há uma grande incerteza nessas estimativas modeladas e só podemos ter certeza sobre o impacto dos reforços contra a Ômicron quando tivermos mais um mês de dados do mundo real sobre os números de hospitalização na UTI e mortes", completou Dix.

Fonte: Canaltech

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