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Ômicron representa impacto econômico de curto prazo, diz UBS

·1 min de leitura

(Bloomberg) -- A ômicron, variante do coronavírus em rápida expansão, não deve atrapalhar a recuperação econômica porque os consumidores aprenderam a conviver com novos surtos de Covid-19, de acordo com o economista-chefe do UBS, Paul Donovan.

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“As pessoas estão se adaptando, e isso diminui o impacto econômico”, disse Donovan à Bloomberg Television em entrevista. Ele citou o exemplo de sua mãe, que começou a comprar online durante a pandemia.

“Eu consideraria a ômicron como uma disrupção de curto prazo, e não algo que mude a narrativa econômica de 2022.”

Países europeus têm introduzido mais restrições para combater o aumento de casos de Covid-19. O governo dos Países Baixos impôs outro lockdown, enquanto mais barreiras afetam as viagens justo no pico do período de festas.

Ao mesmo tempo, continua o debate se a ômicron provoca casos mais leves do que as cepas anteriores e como combater a nova variante de maneira eficaz.

“O vírus em si tem um impacto econômico relativamente limitado. É o medo do vírus que tem impacto econômico”, disse Donovan. “Este é o primeiro vírus com ‘hashtag’ nas redes sociais, o que promoveu o medo do vírus e, portanto, promoveu o impacto econômico. O que temos que reconhecer agora é que, com a vacinação muito mais ampla, o nível de temor é muito mais baixo.”

Donovan também disse que há evidências de que o apetite de consumidores por bens está diminuindo após o maior choque de demanda em 75 anos, deixando-a mais alinhada com a oferta global. Para algumas empresas, isso significará menor poder de precificação, disse.

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