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Ômicron poderia reduzir infecções por delta, segundo estudo

(Bloomberg) -- Ser contagiado pela nova variante ômicron também poderia fortalecer a imunidade contra a cepa delta e reduzir o risco de doença grave, segundo estudo divulgado por cientistas sul-africanos.

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Embora a ômicron tenha demonstrado ser altamente transmissível e resistente a alguns anticorpos, após duas semanas do aparecimento de sintomas, a imunidade a infecções posteriores causadas pela cepa aumentou 14 vezes, de acordo com os autores liderados por Alex Sigal e Khadija Khan, do Instituto de Pesquisa de Saúde da África, com sede em Durban, África do Sul. Contra a delta, a melhora foi menor.

“Se tivermos sorte, a ômicron é menos patogênica, e essa imunidade ajudará a expulsar a delta”, disse Sigal, que anteriormente identificou que duas doses da vacina da Pfizer-BioNTech contra a Covid-19, bem como uma infecção anterior, podem oferecer maior proteção contra a ômicron.

Os dados mais recentes sugerem que a probabilidade de alguém infectado com a ômicron ser contagiado pela delta é limitada, o que reduziria a presença desta última. A ômicron é a variante dominante na quarta onda de Covid-19 na África do Sul, com um número recorde de casos, e rapidamente se torna a cepa dominante no mundo todo.

A delta se espalhou pela África do Sul em julho e agosto e causou números recordes de internações. A ômicron ainda não teve esse impacto nos serviços de saúde.

O estudo tem como base 15 participantes, dos quais dois foram excluídos porque não neutralizaram a ômicron de forma detectável. Os dados foram submetidos à MedRxiv, uma publicação médica preprint, e o estudo não foi revisado por pares.

Como os participantes provavelmente tiveram infecções anteriores por Covid-19 e na maioria foram vacinados, não está claro se os resultados mostram o impacto na delta de anticorpos específicos contra a ômicron ou pela ativação das defesas, disseram os autores.

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