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Ômicron pode exigir duas doses de reforço para quem tomou CoronaVac

·1 min de leitura

As pessoas que se imunizaram contra a covid-19 com a CoronaVac (desenvolvida pela farmacêutica chiensa Sinovac e distribuída pelo Butantan, aqui no Brasil) podem precisar de duas doses de reforço da Pfizer por conta da variante Ômicron. A informação vem de um estudo preliminar publicado na plataforma medRxiv.

O grupo de pesquisadores analisou amostras de pessoas que receberam apenas duas doses da CoronaVac e, nesses casos, não houve neutralização contra a Ômicron. Por sua vez, quando combinada com as duas doses de reforço da Pfizer, houve a proteção adequada.

"O recente surgimento da variante Ômicron está levantando preocupações por causa de sua alta transmissibilidade e por suas numerosas mutações com potencial para evitar anticorpos. Avaliamos os efeitos de um reforço da vacina BNT162b2 [a vacina da Pfizer] na imunidade dos participantes que receberam duas doses de CoronaVac e descobrimos que induz níveis elevados de anticorpos", afirma o estudo.

Ômicron pode exigir duas doses de reforço para quem tomou CoronaVac (Imagem: francescosgura/envato)
Ômicron pode exigir duas doses de reforço para quem tomou CoronaVac (Imagem: francescosgura/envato)

A CoronaVac, que além do Brasil está em vigor em outros 47 países, apresentou eficiência limitada contra a temida variante. "Em termos de saúde pública, duas doses de CoronaVac são insuficientes para neutralizar a Ômicron. Portanto, quem tomou CoronaVac pode precisar de duas doses de reforço adicionais para atingir os níveis necessários contra a variante", afirma Akiko Iwasaka professora da Escola de Medicina da Universidade de Yale, que esteve envolvida no estudo.

O estudo em questão é um preprint (uma versão preliminar do artigo), então ainda precisa ser revisado por pares, e pode exigir alguns ajustes.

Fonte: Canaltech

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