Mercado fechará em 6 h 33 min
  • BOVESPA

    108.782,15
    -194,55 (-0,18%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    51.081,33
    -587,31 (-1,14%)
     
  • PETROLEO CRU

    79,23
    +1,99 (+2,58%)
     
  • OURO

    1.769,50
    +14,20 (+0,81%)
     
  • BTC-USD

    16.499,99
    +272,13 (+1,68%)
     
  • CMC Crypto 200

    390,08
    +9,79 (+2,57%)
     
  • S&P500

    3.963,94
    -62,18 (-1,54%)
     
  • DOW JONES

    33.849,46
    -497,57 (-1,45%)
     
  • FTSE

    7.528,89
    +54,87 (+0,73%)
     
  • HANG SENG

    18.204,68
    +906,74 (+5,24%)
     
  • NIKKEI

    28.027,84
    -134,99 (-0,48%)
     
  • NASDAQ

    11.672,50
    +56,25 (+0,48%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,5074
    -0,0418 (-0,75%)
     

Índice de varejo da Cielo mostra alta de 1% nas vendas reais em outubro

(Reuters) - As vendas no varejo brasileiro subiram 1% em outubro ante mesma etapa de 2021, descontada a inflação, segundo o Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA), que acompanha 1,1 milhão de varejistas credenciados à maior empresa de meios de pagamentos.

Em termos nominais, o índice que espelha a receita de vendas observadas pelo varejista, houve alta de 10,5%, divulgou a Cielo nesta segunda-feira.

As vendas em termos reais aceleraram em relação a setembro (+0,3%), enquanto perderam fôlego ante o mês anterior quando não é descontada a inflação (+13%).

No conjunto, o calendário prejudicou a performance, uma vez que houve uma sexta-feira - dia em que as vendas costumam ser mais intensas - a menos e uma segunda-feira - data em que o comércio está menos aquecido - a mais que em outubro de 2021.

Além disso, a Cielo citou eleições em dois domingos no mês, que também atrapalharam o comércio levemente. O Dia das Crianças numa quarta-feira, ante terça-feira no ano passado, esticou o feriadão, tornando o cenário um pouco mais favorável.

Para Felipe Baran, chefe de Inteligência da Cielo, o comércio segue em recuperação. "É o décimo segundo mês consecutivo de alta nas vendas", afirmou, destacando que segmentos como postos de gasolina, que haviam desacelerado em setembro, voltaram a evoluir.

Ele ressaltou que a Black Friday, no fim de novembro, pode ajudar na recuperação de bens duráveis e semiduráveis, que apareceu negativo nos últimos cinco meses na visão deflacionada, uma vez que a data costuma favorecer as vendas de móveis, eletro e departamento, além de vestuário.

(Por Paula Arend Laier)