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Índice de desemprego nos EUA cai mais que o esperado em outubro para 6,9%

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Em manifestação, trabalhadores de companhias aéreas pedem ajuda ao Congresso em Washington
Em manifestação, trabalhadores de companhias aéreas pedem ajuda ao Congresso em Washington

O índice de desemprego nos Estados Unidos caiu mais que o esperado em outubro, a 6,9% - anunciou o Departamento do Trabalho, nesta sexta-feira (6), enquanto o país aguarda o nome do próximo presidente.

O índice de desemprego caiu 1 ponto percentual em relação a setembro e é menor que o esperado pelos analistas, que estimavam uma queda para 7,7%.

A economia americana criou 638.000 empregos em outubro, pouco menos que em setembro, mas maior que o previsto.

O número de pessoas sem emprego é de 11,1 milhões, uma queda de 1,5 milhão sobre setembro.

"Essas melhoras no mercado de trabalho refletem a reativação contínua da atividade econômica", explica o Departamento do Trabalho em um comunicado.

Muitos empregos foram criados no setor de lazer e hotelaria, nos serviços às empresas, comércio varejista e na construção.

Já os empregos públicos diminuíram, em um momento em que estados e comunidades locais enfrentam uma queda da arrecadação de impostos pela pandemia de coronavírus, enquanto seus gastos aumentaram bastante.

O mercado enfrentará diversos obstáculos nos próximos meses. Em particular, o aumento de casos de coronavírus faz temer novos fechamentos de comércios e demissões.

A chegada do inverno boreal (verão no Brasil) também limitará a atividade dos restaurantes que haviam voltado a atender, principalmente ao ar livre.

Os indicadores econômicos recentes apontam para uma queda da atividade econômica, e ainda não há um acordo no Congresso sobre um novo plano de reativação.

Essas ajudas, que se juntariam aos US$ 2,7 trilhões aprovados em abril, são consideradas cruciais pelos economistas para permitir que a economia se recupere de forma duradoura e, com isso, seja possível evitar novas demissões.

- Plano necessário -

Diante de uma recuperação instável após a recessão gerada pela pandemia de covid-19 na maior economia mundial, um novo plano de apoio à economia "pode ser necessário", disse na quinta-feira o presidente do Federal Reserve (Fed, banco central americano), Jerome Powell, na coletiva de imprensa no fim da reunião de política monetária da instituição.

"As medidas de política fiscal que foram adotadas até agora fizeram uma diferença crucial para as famílias e as empresas em todo país", destacou Powell.

"Apesar disso (...), vai demorar para recuperar os níveis da atividade econômica e emprego do início de 2020", acrescentou. 

"Talvez será necessário um apoio contínuo no plano da política monetária e orçamentária para conseguir", enfatizou.

No total, cerca de 21,5 milhões de pessoas recebem seguro-desemprego, ou algum benefício por perda de renda, segundo dados de meados de outubro. Isso é 15 vezes o número de beneficiários registrado no mesmo período do ano passado.

O órgão, que realizou na quarta e quinta-feira sua reunião periódica de política monetária, manteve sem surpresas suas taxas na faixa de 0% a 0,25% e vai deixá-las inalteradas até que o mercado de trabalho se recupere.

jul/lo/sl/mr/lda/aa/tt