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Índice de atividade econômica sobe 2,15% em julho, aponta BC

Estevão Taiar
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O resultado, contudo, veio abaixo da mediana das estimativas colhidas pelo Valor Data O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) cresceu 2,15% em julho, na comparação dessazonalizada com junho, conforme divulgado nesta segunda-feira pela autoridade monetária. Foi a terceira alta mensal consecutiva desde o início da pandemia. O resultado veio abaixo da mediana das estimativas colhidas pelo Valor Data, de alta de 3,4%, com intervalo de projeções de 2,0% a 6,8%. Já no acumulado de 12 meses até julho, o IBC-Br caiu 2,90%. Devido às constantes revisões do indicador, o indicador medido em 12 meses é mais estável do que a medição mensal. No acumulado do ano entre janeiro e julho, por sua vez, o recuo foi de 5,77%. Na comparação com julho de 2019, houve queda de 4,89%, na série sem ajuste. O comportamento do indicador em julho foi influenciado pelas altas de 8% da produção industrial, 5,2% das vendas do varejo restrito (7,2% do varejo ampliado, que inclui as vendas de veículos, motos, partes e peças e de material de construção) e 2,6% na prestação de serviços. O BC também revisou para cima o crescimento do índice de atividade econômica de junho, na comparação dessazonalizada com maio. De acordo com a autoridade monetária, o IBC-Br teve alta de 5,31% em relação a maio, contra 4,89% calculados anteriormente. O IBC-Br tem metodologia de cálculo distinta das contas nacionais calculadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O indicador do BC, de frequência mensal, permite acompanhamento mais frequente da evolução da atividade econômica, enquanto o Produto Interno Bruto (PIB) de frequência trimestral, descreve um quadro mais abrangente da economia.