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Índia pode ganhar com repressão às big techs na China

·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- Com a investida do governo da China contra o setor de tecnologia, investidores globais que buscam exposição a mercados emergentes vão prestar mais atenção na Índia, disse Sumant Mandal, sócio-gerente da March Capital Partners, empresa de venture capital dos Estados Unidos.

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Investidores agora colocam mais peso no “risco do governo” ao avaliar empresas chinesas de tecnologia, disse Mandal em entrevista por vídeo. Startups indianas em áreas como Internet e software em nuvem oferecem fortes perspectivas de crescimento, mas sem um perfil de risco semelhante, disse Mandal, cofundador da empresa com sede em Santa Monica, Califórnia.

Reguladores chineses buscam impor mais regras às empresas de Internet em uma campanha que inclui vários aspectos, desde jogos até o “culto ao dinheiro”, levantando dúvidas sobre as perspectivas de crescimento e lucro. Embora o setor de Internet da Índia seja muito menor do que o da China, recentemente tem gerado empresas avaliadas de bilhões de dólares e ofertas públicas iniciais em um ritmo cada vez mais intenso.“O mercado da China é de tamanho e escala incomparáveis”, disse Mandal. “Mas a estrutura do risco-recompensa em torno da China mudou” e investidores dos EUA, Europa, Ásia e Oriente Médio agora buscam equilibrar seus portfólios redirecionando investimentos para seu vizinho, disse.

A March Capital tem um longo histórico de apostas em startups indianas e planeja aumentar esses investimentos, disse. O coronavírus mudou o comportamento do consumidor na Índia, o que beneficiou empresas de comércio eletrônico e transações digitais. A empresa tem mais de US$ 1 bilhão em ativos sob gestão, incluindo um fundo de US$ 450 milhões fechado no início deste ano. No mês passado, a March teve duas saídas na Índia que representaram quase US$ 6 bilhões em valor combinado: a empresa serviço de pagamentos online BillDesk foi comprada por US$ 4,7 bilhões, poucos dias depois do IPO da CarTrade Tech.

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