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Índia negocia com Guiana acordo de fornecimento de petróleo de longo prazo

Neil Marks e Nidhi Verma
·2 minuto de leitura
Navios carregam suprimentos para plataforma de petróleo da Exxon Mobil em Guiana

Por Neil Marks e Nidhi Verma

GEORGETOWN/NOVA DÉLHI (Reuters) - A Índia, terceira maior consumidora e importadora de petróleo do mundo, tem conversado com o governo da Guiana sobre um possível acordo de longo prazo para a compra de petróleo do país da América do Sul, disse uma autoridade guianense.

A Índia expressou interesse em comprar um carregamento de 1 milhão de barris de petróleo junto ao governo da Guiana para testar o petróleo em suas refinarias, disse o ministro de Recursos Naturais da Guiana, Vickram Bharrat. Se o petróleo for compatível, as partes poderão começar negociações sobre um acordo de longo prazo.

A demanda por petróleo da Índia cresceu 25% nos últimos sete anos, mais do que em qualquer outro país, e autoridades têm prometido usar a posição do país como importante comprador como "arma" em um esforço para obter preços baixos.

O governo indiano já tem exercido papel maior no mercado de petróleo, tendo se oposto visceralmente a uma decisão da Opep e seus aliados, o grupo Opep+, para prorrogação de restrições à produção que vinham apoiando os preços do petróleo. A Índia também tem buscado diversificar seu suprimento, buscando fornecedores além da Arábia Saudita.

Refinarias estatais indianas planejam reduzir em 36% as compras de petróleo junto aos sauditas em maio frente aos níveis normais, disseram fontes à Reuters, com o país buscando petróleo de outras origens como da Guiana.

A empresa de refino privada HPCL-Mittal Energy fez a primeira compra de petróleo da Guiana pela Índia neste mês, mas as negociações foram realizadas entre os governos dos países.

O ministro Bharrat disse que o preço é o fator "mais importante" para a Guiana em qualquer potencial acordo.

"A primeira e mais importante questão para nós é obter o melhor preço por nosso petróleo", afirmou ele à Reuters em conversa por telefone.

(Por Neil Marks em Georgetown e Nidhi Verma em Nova Délhi)