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É tempo de se REinventar

Colaborador externo
·3 minuto de leitura

Por Victor Feitosa*

Quando uma estrela-do-mar perde um braço, ela se regenera e o braço cortado pode desenvolver uma estrela-do-mar inteiramente nova. Quando trazemos esse conceito para o mundo corporativo, podemos afirmar que as organizações estrela-do-mar são aquelas que estão mudando os negócios e o mundo constantemente, uma vez que se adaptam rapidamente às novas tendências e cenários, em ambientes cada vez mais voláteis, incertos, complexos e ambíguos (o chamado Mundo VUCA).

Nesta quarta revolução industrial, a transformação digital ganha notoriedade ao solucionar problemas que se arrastavam há anos, mas também cria questões desafiadoras. As mudanças estruturais na economia e no mercado de trabalho, por exemplo, vêm extinguindo mercados, estabelecendo comportamentos, motivando novos nichos e modificando profissões.

E assim como as organizações, nós, profissionais, precisamos aprender a nos adaptar e aprender a conviver diante das adversidade, atravessando momentos difíceis e buscando novas visões que surgem a todo momento. Em tempos turbulentos, a liderança é até espiritual: no pensamento budista, a fonte da verdadeira felicidade é a compreensão de que tudo muda. Com esse pensamento, temos que entender que a vida é cíclica e está em constante transformação. Assim, para que o novo se suceda ao velho, temos que buscar principalmente uma transformação individual.

Em linha com esse pensamento, a edição de 2020 do Fórum Econômico Mundial – encontro no qual grandes líderes discutiram os rumos da economia global – lançou a iniciativa Reskilling Revolution, que tem como meta promover a educação, treinamento e os empregos necessários para 1 bilhão de pessoas até 2030 – sempre com foco nas competências que serão mais demandadas nos próximos anos.

Desse modo, entramos na década do "re" e palavras de ordem como redefinir, reinventar e recomeçar são imperativos estratégicos. Em meio a tantas incertezas e alta velocidade de transformação, as habilidades de liderança, empreendedorismo, criatividade e colaboração nunca foram tão importantes na busca e implementação de soluções inovadoras capazes de gerar real valor para as organizações e sociedade a curto e longo prazo.

O desenvolvimento dessas competências são fundamentais para explorar as disrupções tecnológicas e construir uma cultura forte. Entenda mais sobre cada habilidade:

#1 Liderança - Reiniciando as habilidades do líder da nova década

Especialmente no último ano, tivemos a prova do quanto pessoas com habilidades de liderança, adaptação, dispostas a colaborar num ambiente de diversidade para identificar oportunidades e desenvolver soluções, são fundamentais num cenário de mudança acelerada.

#2 Criatividade & Colaboração - Recriando a forma de trabalhar e gerar valor

A crescente adesão a modelos de trabalho híbridos permite a construção de times mais diversos ao mesmo tempo em que provoca o surgimento de desafios relacionados à colaboração. A criação de ambientes com trocas constantes, adaptados a uma mentalidade ágil de colaboração e focados em solução de problemas e geração de valor passam a ser condição fundamental para o sucesso de uma organização.

#3 Empreendedorismo - Redefinindo o mindset que transforma empresas

Visão inovadora, capacidade de agir e fazer acontecer, assumir riscos, criar conexões, inspirar e aprender continuamente. Estes são alguns dos atributos que definem um bom empreendedor. E também podem definir o rumo das empresas na próxima década.

Assim, como vimos até aqui, em um mundo onde a transformação é a única constante, destacam-se aqueles que têm que conseguem desbravar novos caminhos e liderar mudanças profundas e significativas em suas vidas, em suas performances profissionais e em toda a sociedade.

*Victor Feitosa é Mentoring Leader da FRST Falconi e trabalha com desenvolvimento de competências há mais de seis anos.

Fonte: Canaltech

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