Mercado abrirá em 4 h 7 min

Quem é Roberto Campos Neto, indicado para a presidência do Banco Central

FuturaPress

SÃO PAULO - O diretor do Santander, Roberto Campos Neto, foi indicado para presidir o Banco Central na gestão do presidente eleito Jair Bolsonaro, conforme informações da equipe de transição.

Ele tem 49 anos e é formado e especializado em economia com ênfase em finanças, ambos cursos realizados na Universidade da Califórnia, em Los Angeles. O executivo está no Santander há 16 anos e, atualmente, é responsável pela tesouraria para as Américas. 

Entre 1996 e 1999, o economista trabalhou no Banco Bozano Simonsen, onde ocupou os cargos de operador de Derivativos de Juros e Câmbio, operador de Dívida Externa, operador da área de Bolsa de Valores e executivo da Área de Renda Fixa Internacional. De 2000 a 2003, trabalhou como chefe da área de Renda Fixa Internacional no Santander Brasil.

Em 2004, ocupou a posição de Gerente de Carteiras na Claritas. Ingressou no Santander Brasil em 2005 como operador e, em 2006, foi chefe do setor de Trading. Em 2010, passou a ser responsável pela área de Proprietária de Tesouraria e Formador de Mercado Regional e Internacional.

Para assumir o cargo de presidente do Banco Central, Campos Neto precisa ser sabatinado pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado e ter seu nome aprovado. O plenário da Casa também precisa referendar a indicação. O cargo de presidente do Banco Central tem status de ministro.

O avô do futuro presidente do Banco Central, o economista Roberto Campos, comandou o Ministério do Planejamento no governo Castelo Branco, de 1964 a 1967. Nesse período, ele foi um dos idealizadores e presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), de agosto de 1958 a julho de 1959.

Seja sócio das melhores empresas da Bolsa: abra uma conta na XP e conte com assessoria especializada e gratuita

(Com Agência Estado e Agência Brasil)