Mercado abrirá em 2 h 7 min
  • BOVESPA

    111.399,91
    +2.506,91 (+2,30%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    42.895,63
    +1.116,73 (+2,67%)
     
  • PETROLEO CRU

    44,71
    +0,16 (+0,36%)
     
  • OURO

    1.827,50
    +8,60 (+0,47%)
     
  • BTC-USD

    19.089,81
    -81,93 (-0,43%)
     
  • CMC Crypto 200

    374,37
    -5,49 (-1,44%)
     
  • S&P500

    3.662,45
    +40,82 (+1,13%)
     
  • DOW JONES

    29.823,92
    +185,32 (+0,63%)
     
  • FTSE

    6.398,89
    +14,16 (+0,22%)
     
  • HANG SENG

    26.532,58
    -35,10 (-0,13%)
     
  • NIKKEI

    26.800,98
    +13,44 (+0,05%)
     
  • NASDAQ

    12.437,00
    -15,25 (-0,12%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,3025
    -0,0045 (-0,07%)
     

É improvável que diversificação de compra de soja pela China afete Brasil, diz Economia

Por Marcela Ayres
·1 minuto de leitura
.
.

Por Marcela Ayres

BRASÍLIA (Reuters) - O Ministério da Economia avaliou nesta terça-feira que a busca pela China de diversificação de fornecedores de soja, marcada mais recentemente por acordo fechado com a Tanzânia, não deve afetar as vendas dos grão brasileiro, produto de peso na pauta comercial do país.

"A soja não se encontra entre os 10 principais produtos de exportação da Tanzânia e tampouco o país africano encontra-se entre os 20 maiores exportadores mundiais de soja. Além disso, a demanda da China por soja tem-se mostrado crescente nos últimos anos", afirmou o subsecretário de Inteligência e Estatísticas de Comércio Exterior, Herlon Brandão.

"Desse modo, ao mesmo tempo em que é esperada uma busca por diversificação de fornecedores por parte da China, é improvável que haja impactos de curto a médio prazo no que diz respeito às exportações brasileiras de soja em razão dessa diversificação", acrescentou.

A China é a principal compradora de soja do Brasil.

Em outubro, contudo, as exportações do grão para o país asiático caíram 49,8%, em valor, sobre igual mês do ano passado. Segundo Herlon, esse foi o principal motivo para a retração de 12,42% das exportações gerais do Brasil para a China na mesma base de comparação.

Ele afirmou que houve um embarque mais concentrado de soja nos meses anteriores, com o pico de escoamento da safra ocorrendo entre março e julho.

"Estamos na entressafra, então é natural que haja essa queda, no ano passado tivemos exportação um pouco mais tardia, uma exportação mais diluída ao longo do ano", justificou.

(Por Marcela Ayres)