Mercado abrirá em 9 h 27 min

É #FAKE que unidade do Carrefour onde João Alberto foi morto fechou após protestos antirracistas

Isabela Aleixo
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Circula pelas redes sociais um boato de que o Carrefour teria decidido fechar as portas da unidade de Passo D'Areia, na Zona Norte de Porto Alegre, onde João Alberto Freitas foi asfixiado e morto por seguranças no dia 19 de novembro, e demitido todos os funcionários. Esta afirmação é #FAKE.

A publicação atribui à candidata do PCdoB à prefeitura da cidade a culpa pelo suposto fechamento do supermercado e se refere a Manuela de forma pejorativa ("protestos da esquerda liderados por Maconhela") e diz que a motivação para encerrar a unidade teria sido a insegurança gerada pelas manifestações. A publicação chegou a receber um aviso de conteúdo falso no Facebook.

De acordo com o Carrefour, a loja de Passo D'Areia não foi fechada definitivamente, mas fechou o dia inteiro no dia 26 de novembro "em respeito ao luto pelo senhor João Alberto". Neste mesmo dia, todas as unidades ficaram fechadas até às 14h. Após o assassinato de João Alberto, a unidade de Passo D'Areia passou o final de semana seguinte fechada e reabriu na segunda-feira (23), mas voltou a fechar na quinta-feira (26). Sobre as manifestações, a rede de supermercados afirma que entende que são legítimas. "Nós compartilhamos do mesmo sentimento e estamos à disposição para criar um debate com a sociedade, buscando soluções para que casos como este não voltem a acontecer", acrescenta. Este boato já foi desmentido também por outras agências de