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Ásia prepara assinatura de importante acordo comercial estimulado pela China

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O primeiro-ministro do Vietnã, Nguyen Xuan Phuc, durante a abertura da reunião da Associação de Nações do Sudeste Asiático (ASEAN), que acontece de maneira virtual
O primeiro-ministro do Vietnã, Nguyen Xuan Phuc, durante a abertura da reunião da Associação de Nações do Sudeste Asiático (ASEAN), que acontece de maneira virtual

Quinze países da região Ásia-Pacífico assinarão um importante acordo comercial promovido pela China, durante uma reunião de cúpula comercial que começou nesta quinta-feira.

Após a assinatura, o pacto, chamado Associação Econômica Integral Regional (RCEP), será o maior acordo comercial do mundo em termos de Produto Interno Bruto (PIB), segundo vários analistas.

O acordo tem origem em 2012 e é considerado como a resposta chinesa a uma iniciativa americana, que foi abandonada. O pacto será assinado por 10 economias da Associação de Nações do Sudeste Asiático (ASEAN), além da China, Japão, Coreia do Sul, Nova Zelândia e Austrália.

"Após oito anos de negociações, de sangue, suor e lágrimas, finalmente chegamos ao momento de selar o acordo RCEP no domingo", afirmou o ministro malaio do Comércio, Mohamed Azmin Ali, antes da abertura da reunião, que acontecerá por videoconferência devido à pandemia do novo coronavírus.

O primeiro-ministro do Vietnã, Nguyen Xuan Phuc, também confirmou a assinatura do acordo esta semana.

A princípio, a Índia seria um dos países signatários, mas no ano passado decidiu abandonar o projeto pelo temor de que os produtos chineses, muito baratos, inundem seu mercado. Nova Délhi poderá aderir ao acordo, se assim desejar, mais adiante.

A RCEP, cujos membros representam 30% do PIB mundial, constituirá "uma etapa importante para a liberalização do comércio e do investimento na região", destaca Rajiv Biswas, economista chefe para a Ásia-Pacífico da consultoria IHS Markit.

Muitos consideram o pacto uma ferramenta da China para ampliar sua influência na região e determinar as regras, após anos de inação por parte dos Estados Unidos durante a presidência de Donald Trump.

O presidente eleito Joe Biden, no entanto, poderia adotar uma atitude mais comprometida na região, como fez o ex-presidente Barack Obama, opina Alexander Capri, especialista em relações comerciais da Universidade Nacional de Singapura.

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