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À medida que recuperação da China vacila, economistas esperam afrouxamento de políticas monetária e fiscal

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Notas de iene

XANGAI (Reuters) - A China pode precisar de mais flexibilização monetária e fiscal para interromper a desaceleração econômica na esteira de chuvas torrenciais e inundações no país, em meio também à dura resposta das autoridades aos surtos da variante Delta do coronavírus, altamente transmissível, dizem economistas.

O Nomura reduziu sua previsão de crescimento para o Produto Interno Bruto (PIB) da China nesta quarta-feira, a 5,1% no terceiro trimestre e 4,4% no quarto trimestre, de 6,4% e 5,3% antes, respectivamente.

Também cortou sua projeção para o crescimento no ano cheio a 8,2%, de 8,9%, citando o impacto da postura dura de Pequim no controle da Covid devido ao surgimento da variante Delta do coronavírus em muitas cidades importantes.

Ao chamar a abordagem de tolerância zero da China para conter o vírus de "cada vez mais cara", Lu Ting, economista-chefe do Nomura, disse que espera que Pequim mantenha os juros estáveis este ano, numa mistura de "aperto direcionado" e afrouxamento universal.

"No entanto, acreditamos que essas medidas de flexibilização podem ser insuficientes para reverter a tendência de baixa do crescimento", disse ele.

Fontes familiarizadas com a política monetária e analistas disseram à Reuters que a China está destinada a aumentar os gastos com infraestrutura, enquanto o banco central pode tomar medidas modestas de flexibilização.

Em nota, economistas do Goldman Sachs disseram esperar que a flexibilização se concentre no estímulo fiscal e na emissão de títulos do governo, bem como no corte da taxa de compulsório para os bancos no quarto trimestre.

Standard Chartered, ING, OCBC Bank e Pinpoint Asset Management também sugeriram recentemente possíveis reduções adicionais de compulsório depois que o banco central da China surpreendeu os mercados em julho com um corte amplo.

"Dois cortes de compulsório em 2021 não iriam contradizer a postura prudente da política monetária, mas ajudariam a reduzir os custos dos empréstimos corporativos, evitar que o crescimento do financiamento social total diminua ainda mais e evitar que o crescimento do PIB caia abaixo de 5% ao ano no quarto trimestre", disse Li Wei, economista sênior do Standard Chartered para a China.

(Por Winni Zhou e Andrew Galbraith)

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