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À espera de eleição na Câmara, defensores da CPMF discutem mudar nome do imposto

FILIPE OLIVEIRA E MARIANA GRAZINI
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A man stands in front of the Impostometro (Taxometer), which displays the amount of taxes paid by citizens of Brazil, in downtown Sao Paulo city, April 27, 2012. The Federal Revenue Service, which has gained global renown for its tough and creative tactics, will be one of the most important keys to Brazil's economic prospects in 2012. President Dilma Rousseff is counting on the agency's tax-collecting prowess to help her government meet ambitious budget targets without smothering the country's suddenly brittle economy. To match Feature BRAZIL-TAXES/ Picture taken April 27, 2012. REUTERS/Nacho Doce (BRAZIL - Tags: POLITICS BUSINESS)
(Foto: Reuters)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Enquanto torcem pela eleição de Arthur Lira para a presidência da Câmara na esperança de que o deputado, apoiado por Bolsonaro, abrirá as portas para a proposta de recriação da CPMF, empresários defensores do tributo andam se desentendendo. Eles ainda não conseguiram chegar a um acordo sobre o nome que deveriam usar para fazer campanha pela volta do imposto do cheque.

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Nas conversas que tiveram com o ex-secretário da Receita Marcos Cintra sobre o assunto nos últimos dias, alguns deles insistiram que devem chamar de imposto único, microimposto ou qualquer variação em inglês para apagar da opinião pública a lembrança do tributo impopular. Mas Cintra foi taxativo: "mudar nome é fugir do problema, melhor seria encarar e dizer abertamente que a CPMF foi um excelente imposto".

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Luigi Nese, presidente da CNS (Confederação Nacional dos Serviços) e um dos maiores entusiastas da volta do tributo, concordou. Com argumentos óbvios ele explicou aos colegas que a base de tributação é a movimentação financeira, ou seja, o MF da sigla da CPMF. "Se quiserem, podemos chamar o imposto de Manoel ou Maria. Para a mídia é CPMF", disse.