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Pix impede sucesso de criptomoedas no Brasil, diz assessor do BC

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Pix soluciona problemas no sistema financeiro e
Pix soluciona problemas no sistema financeiro e "toma" espaço das criptomoedas no Brasil
  • Uso do Pix vem aumentando mês após mês desde seu lançamento;

  • Segundo assessor, o sistema de pagamentos no Brasil é muito avançado;

  • Banco Central brasileiro segue trabalhando com o projeto do real digital.

A ferramenta de pagamento instantâneo do Banco Central (BC), o Pix, é um dos impeditivos para a popularização das criptomoedas no Brasil, diz o coordenador dos trabalhos sobre a moeda digital do Banco Central, Fábio Araújo.

“Fica meio sem sentido pensar em cripto para fazer pagamento no Brasil”, disse Araújo em participação na Brazil Conference, no domingo (10). “A gente tem um sistema de pagamento muito avançado, o Pix foi um fenômeno de adoção”.

Para ele, as criptomoedas, como bitcoin, são uma solução interessante para países que têm problemas de pagamento, como vários da América Latina. No entanto, o mesmo não valeria para o Brasil porque “o sistema de pagamentos brasileiro é muito moderno”.

As estatísticas divulgadas pelo Banco Central mostram que o uso do Pix vem aumentando mês após mês desde seu lançamento em novembro de 2020. A quantidade de transações feitas em maio do ano passado, por exemplo, foi de 649,1 milhões. Já em novembro chegou a 1,2 bilhão.

O volume de dinheiro transacionado pelo sistema também vem aumentando. Em novembro, foram R$ 623,3 bilhões. Em maio do ano passado, o montante era de R$ 380,2 bilhões.

“O que a gente no Banco Central vê no mercado de cripto de valor é a programabilidade, a flexibilidade que você tem com essas ferramentas. Uma fintech pode pegar essas ferramentas de programação, fazer um produto financeiro novo e colocar no mercado de uma maneira muito mais rápida do que pode ser feito hoje no mercado tradicional. Vai trazer mais eficiência e contestabilidade para o mercado”, apontou Araújo.

Real digital

Apesar do sucesso do Pix, o Banco Central brasileiro segue trabalhando com o projeto do real digital. O presidente do Banco Central do Brasil, Roberto Campos Neto, disse em um evento na última segunda-feira (11) que o real digital deverá chegar em breve com um projeto-piloto.

O real digital é uma moeda alternativa, mas com o mesmo valor do dinheiro tradicional físico. A ideia do Banco Central é criar uma carteira virtual em custódia de um agente autorizado pelo BC — como um banco ou uma instituição de pagamento.

A moeda terá o mesmo valor do real e poderá ser convertida para qualquer outra forma de pagamento hoje disponível — como depósito bancário convencional ou em real físico. Segundo o Banco Central, a ideia é fazer com que a moeda virtual seja um complemento ao real em espécie.

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