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Meteorito alienígena atingiu Terra em 2014, revela governo dos EUA

Meteorito viajou pelo espaço a mais de 210.000 km/h
Meteorito viajou pelo espaço a mais de 210.000 km/h
  • Meteorito atingiu a atmosfera da Terra em 8 de janeiro de 2014;

  • Essa foi a primeira vez que uma rocha espacial extra-solar atingiu o planeta;

  • Descoberta foi do estudante de Harvard Amir Siraj.

Um documento publicado pelo US Space Command (USSC) confirmou que uma rocha espacial vinda de outro sistema estelar atingiu a Terra em 2014. Essa foi a primeira vez que uma rocha espacial extra-solar atingiu a Terra.

O anúncio muda a data da primeira descoberta confirmada de um visitante extra-solar em três anos e levanta a possibilidade de coletar fragmentos do meteorito alienígena do oceano Pacífico, onde o meteorito explodiu.

A descoberta foi do estudante de Harvard Amir Siraj. O estudo argumentou que a velocidade do pequeno meteoro, juntamente com a trajetória de sua órbita, provou com 99% de certeza que o objeto se originou muito além do nosso sistema solar – possivelmente “do interior profundo de um sistema planetário ou de uma estrela no espesso disco da Via Láctea",

O objeto, um pequeno meteorito medindo apenas 0,45 metro de diâmetro, atingiu a atmosfera da Terra em 8 de janeiro de 2014, depois de viajar pelo espaço a mais de 210.000 km/h – uma velocidade que excede em muito a média.

Siraj disse que já está preparando uma equipe para ir procurar no leito do oceano ao largo da Papua Nova Guiné em busca de detritos provenientes da chegada deste meteorito.

Apesar da tentativa, as probabilidades dos cientistas encontrarem no oceano algo são baixas, uma vez que os vestígios podem ser em quantidades bastante reduzidas e estão dispersos numa área geográfica muito extensa.

Amir Siraj e o co-autor do estudo Avi Loeb pretendem analisar a base de dados de impactos de meteoros mantida pelo Center for Near Earth Object Studies (CNEOS) da NASA, que contém cerca de mil registos.

“É um grande desafio, mas vamos procurar em profundidades extremas porque a possibilidade de obtermos material interestelar é entusiasmante o suficiente para procurarmos intensivamente e falar com todos os peritos mundiais em expedições marítimas de recuperação de meteoritos”, afirma Siraj.