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Maiores taxas de desemprego estão na Bahia, Pernambuco e Rio

O desemprego no Brasil no primeiro trimestre ficou estável em 26 das 27 unidades da federação, segundo pesquisa divulgada nesta sexta pelo IBGE.

As maiores taxas de desemprego foram as da Bahia (17,6%), de Pernambuco (17,0%) e Rio de Janeiro (14,9%) e as menores, de Santa Catarina (4,5%), Mato Grosso (5,3%) e Mato Grosso do Sul (6,5%).

Na média nacional, a taxa ficou em 11,1 no primeiro trimestre do ano. A falta de emprego ainda atinge quase 12 milhões de brasileiros.

A única queda no desemprego ocorreu no Amapá, cuja taxa recuou 3,3 pontos, passando de 17,5% no quarto trimestre de 2021 para 14,2% no primeiro trimestre deste ano.

Todas as grandes regiões tiveram taxas de desocupação estáveis na comparação com o último trimestre do ano passado, sendo que o Nordeste (14,9%) se manteve com o maior índice. Já a região Sul teve a menor, 6,5%.

Rendimentos

O rendimento médio real do trabalhador foi de R$ 2.548 no 1º trimestre, um crescimento de 1,5% em relação ao trimestre encerrado em dezembro. Na comparação interanual, porém, segue 8,7% menor.

Somente as regiões Norte (R$ 1.985) e Sudeste (R$ 2.875) tiveram expansão considerável no rendimento médio na comparação com os últimos 3 meses do ano.

Divisão do desemprego

A taxa de desemprego foi de 9,1% para os homens e de 13,7% para as mulheres - isso representa uma desocupação 50% maior para as mulheres.

Para os brancos (8,9%), a taxa ficou abaixo da média nacional (11,1%), enquanto que para pretos (13,3%) e pardos (12,9%) ficou acima.

Já a taxa de informalidade para o Brasil foi de 40,1% da população ocupada. As maiores taxas ficaram com Pará (62,9%), Maranhão (59,7%) e Amazonas (58,1%) e as menores, com Santa Catarina (27,7%), Distrito Federal (30,3%) e São Paulo (30,5%).

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