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Levi's também irá reembolsar funcionárias por abortos

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Manifestantes vem protestando pela manuntenção do direito ao aborto nos EUA (REUTERS/Michael A. McCoy)
Manifestantes vem protestando pela manuntenção do direito ao aborto nos EUA (REUTERS/Michael A. McCoy)
  • Suprema Corte dos EUA estaria próximo de reverter a decisão de Roe v. Wade;

  • Caso foi decisivo para garantir o direito ao aborto legal em todo território dos EUA;

  • Empresa se juntou à Amazon, Uber, Citigroup, Apple e outras na luta para garantir o direito das mulheres.

A Levi Strauss & Co, marca de moda americana melhor conhecida somente por Levi's, anunciou nesta quarta-feira, 04, que irá se juntar ao mais recente movimento entre as grandes empresas estadunidenses de reembolsar os custos de viagens de suas funcionárias que buscarem fazer abortos em outros estados americanos.

Desde ontem, quando um documento vazado da Suprema Corte dos EUA apontou que o tribunal estava se preparando para reverter a decisão do caso Roe v. Wave, que garantiu a legalidade do aborto em todo território nacional estadunidense, grandes empresas americanas vieram a público garantir que ajudarão suas funcionárias a conseguirem o serviço médico em estados onde o aborto será permitido.

Dentre as empresas de maior destaque que vieram a público estão a Amazon, a Apple, o Citigroup, a Yelp e a Salesforce, todas com bastante funcionários no estado americano do Texas, que já prepara uma lei para proibir tanto a atividade, quanto para processar quem oferecer ajuda a alguém que quer cruzar a fronteira do estado para abortar.

Em nota, a Levi's afirmou que "dado o que está em jogo, líderes empresariais precisam fazer com que suas vozes sejam escutadas e precisam agir para proteger a saúde e o bem-estar de seus funcionários. Isso significa proteger seus direitos reprodutivos".

A Uber e a Lyft anunciaram que irão oferecer proteção legal e ressarcimento de taxas para quaisquer motoristas parceiros que forem autuados por transportar passageiros para receberem o serviço de saúde.

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