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Inadimplência nas contas de luz e água bate recorde

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Os brasileiros estão com dificuldade em manter as contas em dia (Getty Image)
  • Inadimplência: índice de falta de pagamento nas contas de água e de luz chegou a 23,3%;

  • Serasa aponta que redução de renda e desemprego são algumas das justificativas;

  • Os brasileiros que quiserem regularizar o nome poderão procurar por opções de renegociação.

Não é novidade que os brasileiros estão com dificuldade em pagar as contas essenciais. Em março, um novo dado mostrou que a falta de pagamento de contas de água e de luz bateu um recorde nos últimos quatro anos. O percentual de falta de pagamento chegou a 23,2%, de acordo com o Serasa.

Isso representa mais de 37 milhões de faturas atrasadas. Em janeiro de 2022, os calotes em serviços básicos atingiu o percentual de 23,7%, o maior de toda a série histórica iniciada em janeiro de 2018.

Além disso, a falta de pagamento de juros a bancos e cartões de crédito lidera o ranking das dívidas em março, com 28,17%. No entanto, o setor não teve um aumento expressivo como o das contas básicas. Em relação a 2019, cresceu um ponto percentual.

Fatores que influenciaram na falta de pagamentos

"O cenário econômico tem alguns indicadores que apontam para uma perspectiva de alta dessa tendência de inadimplência, e as contas básicas não são diferentes", afirma Thiago Ramos, gerente do Serasa.

Segundo Ramos, a redução da renda média dos brasileiros, o aumento do número de trabalhadores informais e o desemprego são alguns dos principais fatores que justificam a falta de pagamento de contas.

"Uma pesquisa que a Serasa fez no mês de março também mostrou que os brasileiros tiveram que priorizar algumas contas para fazer o pagamento. Por mais que as contas básicas estivessem entre essas prioridades, esses fatores certamente contribuíram para o crescimento da inadimplência delas", explica Ramos.

Ele ainda indicou, em entrevista ao R7, que existem maneiras de manter as contas em dia. "Fizemos um feirão limpa nome no mês de março, que foram mais de 2 milhões de acordos firmados. Assim como o feirão de novembro passado, que ajudou a estancar a alta da inadimplência, há essa possibilidade neste ano", diz Thiago Ramos.

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