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Empresas começam a testar 5G no Brasil; veja onde é possível usar

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  • 5G puro, na faixa de 3,5 GHz, deve começar a ser ofertado até julho;

  • Doze capitais brasileiras já estão completamente aptas a receber o 5G;

  • Tecnologia oferece velocidades para baixar e enviar arquivos superiores ao 4G

Após ser leiloado em 2021, o padrão 5G está começando a ser usado pelas operadoras brasileiras. Algar, TIM, Claro e Vivo começaram a utilizar uma das frequências leiloadas, a de 2,3 Ghz, para oferecer o 5G em lugares específicos. A Oi não participou do leilão do 5G.

A Claro lançou o 5G nessa frequência em áreas de São Paulo e Brasília e a Algar, em localidades de Uberlândia (MG), Uberaba (MG) e Franca (SP). A Vivo informa possuir cobertura do 5G em Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Goiânia, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.

Já a TIM começou a realizar testes do 5G para os usuários de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte e Curitiba. Além da disponibilidade de sinal, é importante lembrar que para usar o 5G é preciso possuir um aparelho compatível com a tecnologia.

Todas as empresas estão operando o 5G na frequência 2,3 Ghz, que pode ser utilizado tanto para o 5G quanto para o 4,5G. A expectativa é que o 5G puro, na faixa de 3,5 GHz, comece a ser ofertado até julho de 2022, inicialmente nas capitais. Depois, o serviço será ampliado gradativamente para as demais cidades até 2029.

Infraestrutura deficitária

De acordo com o Ministério das Comunicações, doze capitais brasileiras já estão completamente aptas a receber o 5G, a quinta geração de internet móvel. As demais regiões ainda precisam fazer adaptações tanto nas leis municipais quanto na infraestrutura, já que o tipo de antena usado pelo 5G é diferente do utilizado pelo 4G.

O padrão 5G foi leiloado em 2021 e deve oferecer internet de alta velocidade em todas as capitais até o dia 31 de julho deste ano. Além disso, as empresas que arremataram as concessões também se comprometeram a levar, para 100% do território brasileiro, a cobertura do padrão atual, o 4G.

Com relação à infraestrutura, a alteração se faz necessária devido ao fato de que o 5G necessita de densidade maior de replicadores de sinal. Isso quer dizer que, nos grandes centros urbanos, haverá uma antena para cada 100 mil habitantes, número dez vezes maior do que o utilizado para o padrão 4G.

Quem fica responsável por fiscalizar e regulamentar as antenas instaladas no Brasil é a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações). O órgão estará presente em todo o processo de transição do 4G para o 5G.

Entenda o que é o 5G

Conhecido como a próxima geração de conexão de internet móvel, o 5G oferece velocidades para baixar e enviar arquivos muito mais rápido. Por meio de uma maior utilização do espectro de rádio, a tecnologia permite que muito mais dispositivos acessem a internet móvel ao mesmo tempo.

Atualmente, a média da velocidade 4G no Brasil entre as quatro maiores operadoras é de 17,1 Mbps (megabits por segundo). Já o 5G poderia atingir velocidades de navegação e download cerca de 10 a 20 vezes mais rápidas em condições do mundo real (em oposição a testes controlados).

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