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Empreendedorismo feminino aumentou 41% durante pandemia

Levantamento do LinkedIn, a partir dos usuários da rede social, mostra o número de empreendedoras cresceu cerca de 45%.Levantamento do LinkedIn, a partir dos usuários da rede social, mostra o número de empreendedoras cresceu cerca de 45%.
Levantamento do LinkedIn, a partir dos usuários da rede social, mostra que o número de mulheres que se identificam como empreendedoras cresceu cerca de 45%. Foto: Getty Images.
  • Relatório mostra que o empreendedorismo feminino no Brasil aumentou 41% de 2019 a 2020;

  • Enquanto isso, para os homens, o percentual subiu 22%;

  • Levantamento do LinkedIn, a partir dos usuários da plataforma, mostra que o número de mulheres que começaram a se definir como empreendedoras cresceu cerca de 45%.

O relatório do Global Gender Gap Report 2022, do Fórum Econômico Mundial (FEM), aponta que o empreendedorismo feminino no Brasil aumentou 41% entre 2019 e 2020, período mais crítico da pandemia. Já para os homens, o percentual subiu 22%.

Enquanto isso, outro levantamento, do LinkedIn, a partir dos usuários da rede social, mostra que, dos 22 países estudados pela plataforma, o número de mulheres que se identificam como empreendedoras cresceu cerca de 45%, enquanto a taxa masculina atingiu 32%.

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Outros dados, do Global Entrepreneurship Monitor (GEM) 2020, reunidos com a ajuda do Serviços Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e do Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade (IBQP), demonstram que o Brasil tem por volta de 30 milhões de empreendedoras, de um total de 52 milhões. Isso coloca o país em sétimo lugar entre as nações com a maior quantidade de empresárias.

No começo de 2022, o Sebrae divulgou outra pesquisa sobre empreendedorismo feminino no Brasil que mostra que, entre os estados brasileiros, o Rio de Janeiro é o que registrou o maior crescimento de mulheres a frente de seus próprios negócios, com um percentual de 38%, seguido por Distrito Federal e Sergipe, com 37%, e São Paulo, Mato Grosso do Sul, Piauí e Ceará logo em seguida, ambos com 36%.

Ainda assim, os estudos mostram que essas mulheres encontram mais dificuldades para fazer contatos profissionais e criar uma rede de relacionamentos que permita negociações comerciais.

Outro adversidade é conseguir apoio de parceiros, amigos e familiares. Esse aspecto torna o processo de começar um projeto mais árduo para elas do que para eles.

*Com informações do O Dia.