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Disney vai gastar US$ 33 bilhões na produção de conteúdo em 2022

·2 min de leitura

O desejo de crescer ainda mais no mercado de streaming vai fazer com que a Disney gaste US$ 33 bilhões na produção de conteúdo original ao longo de 2022. Os novos números apareceram em um relatório financeiro da companhia e representam um crescimento de 32% no orçamento de séries, filmes e outros conteúdos focados não apenas no cinema e televisão, mas também em plataformas como Hulu, ESPN e Disney+.

Os números colocam a gigante em uma posição de destaque e, também, mais uma no rol das empresas que enxergam a prestação de serviços diretamente ao consumidor como uma alta prioridade. A expectativa é que, no ano que vem, sejam lançados mais de 50 nos cinemas e via streaming, uma conta que considera filmes e também seriados originais por meio de seus diferentes estúdios como Marvel, Lucasfilm, Pixar, Searchlight, Twentieth Century e, claro, a própria Disney.

Fazem parte do montante, ainda, os direitos esportivos e da transmissão de grandes eventos por meio de sua rede de canais esportivos. O relatório também prevê um grande número de atrações televisivas, sendo 60 reality shows, 30 séries de comédia e 25 de drama, além de 10 seriados animados e mais de 20 especiais, entre documentários, minisséries, curtas-metragens e produções de animação.

Ainda que tenha aumentado em US$ 8 bilhões o orçamento para a produção de conteúdo no ano que vem, alguns frutos desse investimento podem demorar a chegar. Em seu relatório, a Disney fala no início da produção dos materiais e não necessariamente um lançamento, enquanto prevê que as paralisações e mudanças de protocolo oriundas da pandemia de covid-19 devem continuar impactando os trabalhos, que podem demorar mais tempo para serem finalizados do que nos períodos anteriores à disseminação da doença.

O montante anunciado pela Disney é um dos maiores da indústria, ainda que a comparação com serviços unicamente de streaming não seja justa já que, no caso da casa do Mickey, também falamos em cinema e televisão tradicionais. A Netflix, por exemplo, gastou US$ 14 bilhões na produção de conteúdo em 2021, enquanto o total investido pela Warner foi de US$ 20 bilhões.

Fonte: Canaltech

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