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Desemprego cai e trabalho informal cresce no Brasil

Número de trabalhadores informais cresceu para 39,3 milhões no último trimestre
Número de trabalhadores informais cresceu para 39,3 milhões no último trimestre
  • Número de trabalhadores informais cresceu para 39,3 milhões;

  • Já população com trabalho de carteira assinada somam 35,7 milhões;

  • Crescimento da informalidade foi o motor para a queda do desemprego no país.

Em meio a uma crise de desemprego e um mau momento para a economia, o número de trabalhadores informais cresceu no Brasil. É o que apontou uma nova pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que considera como trabalhadores informais aqueles sem carteira assinada, sem CNPJ, trabalhadores auxiliares familiares e empregadores.

Segundo o levantamento, o país tem um total de 39,3 milhões de trabalhadores informais, o maior da série histórica do instituto, iniciada no quarto trimestre de 2015. Entre o início do ano e agora houve um crescimento de 2,8% no número de informais, o que representa 1,1 milhão de novos trabalhadores sem carteira assinada e sem CNPJ

Atualmente os trabalhadores informais representam 40% do total da população ocupada. O crescimento desse contingente na informalidade ajudou a reduzir a taxa de desemprego em 1,9 milhão de pessoas entre o primeiro trimestre do ano e hoje. Ao todo, a taxa de desemprego do Brasil está em 9,3%, ou 10,1 milhão de pessoas. Por outro lado, os trabalhadores com carteira assinada hoje somam 35,7 milhões de pessoas.

Levantado na mesma pesquisa do IBGE, a renda média da população brasileira caiu nesse período, de R$ 2.794 no período de abril e junho de 2021, para R$ 2.652 no mesmo período deste ano.

Juntos todos esses dados indicam uma precarização do trabalhador brasileiro, que apesar de estar voltando ao mercado de trabalho, se depara uma menor segurança trabalhista sem a proteção da CLT e os recolhimentos previdenciários, e ainda encontra uma menor remuneração, especialmente em um período de inflação galopante.