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Conheça 5 mulheres que investem no mercado de cannabis

Cannabis: o faturamento do mercado nos Estados Unidos chegou a US$ 24 bilhões em 2021. Foto: Getty Creative.
Cannabis: o faturamento do mercado nos Estados Unidos chegou a US$ 24 bilhões em 2021. Foto: Getty Creative.
  • O mercado de cannabis segue em ascensão nos países que permitem o uso da erva tanto para fins medicinais, quanto para fins recreativos e comerciais;

  • Em 2020, esse mercado legal movimentou no mundo cerca de US$ 21,3 bilhões (R$ 108,6 bilhões);

  • Mulheres empresárias investem em produtos à base de cannabis;

O mercado de cannabis segue em ascensão nos países que permitem o uso da erva tanto para fins medicinais, quanto para fins recreativos e comerciais, como na utilização dos componentes da planta para a criação de cosméticos e outros produtos. Em 2020, esse mercado legal movimentou no mundo cerca de US$ 21,3 bilhões (R$ 108,6 bilhões). O valor representou um crescimento de 48% em relação ao ano de 2019, de acordo com dados da consultoria especializada BDSA.

No Brasil, embora o uso recreativo esteja longe de ser descriminalizado e legalizado, houveram alguns avanços nos últimos anos. Em 2019, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) regulamentou a utilização e comercialização de produtos medicinais à base de cannabidiol. A estimativa é que em três anos, essa regulamentação seja responsável por uma movimentação financeira de R$ 4,6 bilhões.

Os Estados Unidos é um exemplo de como esse mercado pode ser extremamente lucrativo, Por lá, o faturamento em 2020 foi de US$ 17,5 bilhões (R$ 89,5 bilhões). No ano passado, um novo recorde: US$ 24 bilhões (R$ 123,1 bilhões). A expectativa é que até 2026, os ganhos sejam de US$ 47 bilhões (R$ 241 bilhões) anuais.

De olho nesses números, cada vez mais empresários investem no mercado de cannabis. Desses empreendedores, mulheres também se fazem presente e criam produtos à base de cannabis, além de terem projetos sociais ligados à erva.

Confira a seguir 5 dessas empreendedoras:

  1. Nidhi Lucky Handa

  2. Cindy Capobianco

  3. Stephanie Seitz Meza

  4. Anja Charbonneau

  5. Marcela Ikeda

Nidhi Lucky Handa

A empresária é fundadora e CEO da empresa produtora de Cannabis Leune, sediada na Califórnia, estado onde a maconha é legalizada. O lema da empresa é “Flor cultivada honestamente” e os produtos oferecidos são para uso recreativo. Nidhi Lucky Handa e sua empresa são parceiras do Last Prison Project, projeto social que trabalha na liberação de pessoas que foram encarceradas por acusações relacionadas ao uso da cannabis.

Cindy Capobianco

Cindy Capobianco fundou junto com seu marido Robert Rosenheck a marca de luxo Lord Jones com produtos feitos à base de CBD (canabidiol). A empresa surgiu em 2017, com começou com doces feitos com infusão de cannabis que continham chocolate escuro equatoriano de origem única, essências naturais de frutas europeias e extrato de CBD. Hoje é conhecida pelos produtos cosméticos que cuidam da pele e utilizam o canabidiol.

Stephanie Seitz Meza

A empresária brasileira dirige a INTT Cosméticos, empresa da família que surgiu há 16 anos. Quando assumiu a direção, Stephanie Seitz Meza introduziu dois produtos eróticos à base de cannabis: um excitante e um lubrificante. Proibidos no Brasil, os produtos são comercializados na Europa e, desde então, representaram um aumento de 120% no faturamento da marca.

Anja Charbonneau

A americana Anja Charbonneau é criadora e editora-chefe da revista Brocoli, publicação voltada para “mulheres que amam maconha.” Ela também foi uma das criadoras da Floret Coalition, coletivo que reúne cerca de 135 empresas do mercado da cannabis que apoiam e financiam iniciativas focadas em ações que atendem a projetos sociais voltados para as comunidades negra e latinas.

Marcela Ikeda

Marcela Ikeda criou o Larica, restaurante localizado no Uruguai que vende refeições que levam ingredientes como a cannabis. A brasileira vive no país vizinho desde 2015, ano em que a erva foi legalizada no Uruguai. O espaço gastronômico que fica em sua própria casa em Montevidéu começou vendendo brownies canábicos e hoje já é reconhecido internacionalmente.

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