Mercado fechado
  • BOVESPA

    116.230,12
    +95,66 (+0,08%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    46.046,58
    +616,83 (+1,36%)
     
  • PETROLEO CRU

    86,37
    -0,15 (-0,17%)
     
  • OURO

    1.734,30
    +3,80 (+0,22%)
     
  • BTC-USD

    20.291,65
    +686,26 (+3,50%)
     
  • CMC Crypto 200

    460,91
    +15,47 (+3,47%)
     
  • S&P500

    3.790,93
    +112,50 (+3,06%)
     
  • DOW JONES

    30.316,32
    +825,43 (+2,80%)
     
  • FTSE

    7.086,46
    +177,70 (+2,57%)
     
  • HANG SENG

    17.079,51
    -143,32 (-0,83%)
     
  • NIKKEI

    26.992,21
    +776,42 (+2,96%)
     
  • NASDAQ

    11.616,25
    -24,50 (-0,21%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,1553
    -0,0126 (-0,24%)
     

Com defasagem de 13%, preço da gasolina pode subir a qualquer momento

Bomba de combustível em cima de dólares
Já o diesel registra defasagem média de 6%, após reajuste em maio

(Getty Images)

  • Preço do litro da gasolina acumula diferença de 13% em relação ao mercado internacional;

  • Último reajuste foi feito em 11 de março pela Petrobras;

  • Novo aumento é esperado para equiparar os preços.

O preço do litro da gasolina, há 82 dias congelado nas refinarias da Petrobras, já possui uma diferença de 13% em relação aos preços internacionais. O último reajuste ocorreu no dia 11 de março, quando o preço médio subiu 18,8% ou R$ 0,61 por litro.

Este é o maior intervalo sem reajustes em, pelo menos, dois anos e meio. Apesar dos preços do combustível estar nas alturas nos postos de todo o país, eles podem aumentar ainda mais por estarem defasados com relação ao mercado internacional.

Em contrapartida, o diesel registra defasagem média de 6%, após o último reajuste ser realizado em 10 de maio. A média do litro passou de R$ 4,51 para R$ 4,91.

O aumento da diferença reflete uma nova escalada de preços do petróleo e derivados no exterior. Na terça-feira (31), o barril do Brent chegou a encostar nos US$ 120, mas caiu para US$ 117 nesta quarta-feira (1). O câmbio do dólar, que aumentou no começo deste mês, voltou a impactar negativamente os preços das importações.

Preço do combustível vai subir?

Conforme divulgado pela Época Negócios, a Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom) calcula que, caso a Petrobras queira equiparar os preços nacionais aos internacionais, terá que aumentar a gasolina em R$ 0,56 e o diesel em R$ 0,33.

Tal reajuste pode muito bem acontecer a qualquer momento, já que a defasagem impede que as importações sejam realizadas por médios e pequenos produtores, o que aumenta o risco de desabastecimento no país.

Apesar de especialistas acreditarem que o Brasil não sofre com falta de diesel por enquanto, espera-se que o presidente da estatal, José Mauro Coelho, alinhe os preços para evitar o desabastecimento.