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Cesta básica chega a custar R$ 760 no Brasil, diz Dieese

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Valor da cesta básica aumentou em todas as 17 cidades pesquisadas. Foto: Getty Images
Valor da cesta básica aumentou em todas as 17 cidades pesquisadas. Foto: Getty Images
  • Valor da cesta básica aumentou em todas as 17 cidades pesquisadas;

  • O maior valor foi registrado em São Paulo (R$ 761,19);

  • A cidade do Rio de Janeiro obteve a maior inflação, 7,65% em relação ao mês anterior.

De acordo com estudo elaborado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), em março, o preço da cesta básica aumentou em todas as 17 cidades pesquisadas. O maior valor foi registrado em São Paulo (R$ 761,19), enquanto o menor foi em Aracajú (R$ 524,99).

O alto valor encontrado na capital paulista é resultado da inflação de 6,36% em relação ao mês anterior. Já o Rio de Janeiro possui a maior variação(7,65%) e o segundo lugar em valor absoluto, com cesta básica custando em média a R$ 750,71. Com valor médio de R$ 745,47, Florianópolis foi o terceiro lugar entre os municípios mais caros na compra dos itens básicos.

Confira o Ranking Completo:

  1. São Paulo - R$ 761,19

  2. Rio de Janeiro - R$ 750,71

  3. Florianópolis - R$ 745,47

  4. Porto Alegre - R$ 734,28

  5. Campo Grande - R$ 715,81

  6. Vitória - R$ 704,93

  7. Brasília - R$ 704,65

  8. Curitiba - R$ 701,59

  9. Belo Horizonte - R$ 669,47

  10. Goiânia - R$ 663,48

  11. Fortaleza -R$ 635,02

  12. Belém - R$ 585,91

  13. Natal - R$ 575,33

  14. João Pessoa - R$ 567,84

  15. Recife - R$ 561,57

  16. Salvador - R$ 560,39

  17. Aracaju - R$ 524,99

A pesquisa publicada pelo Dieese nesta quarta-feira (6), também calculou o aumento acumulado ao longo de 12 meses. A menor variação no período foi registrada em Aracajú, com 11,99%, e a maior em Campo Grande, com 29,44%. Destaca-se também as altas em Rio de Janeiro (22,55%) e São Paulo (21,60%).

Entre os itens que tiveram maior variação em março, usando São Paulo como referência, destacam-se: tomate (35,36%), batata (15,36%), feijão carioquinha (8,62%), café em pó (8,31%), óleo de soja (6,69%), leite integral (6,64%), farinha de trigo (4,70%), arroz agulhinha (4,07%), carne bovina de primeira (3,32%) e pão francês (2,78%). No município 12 dos 13 produtos ficaram mais caros no período.

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