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Brasileiros apontam Bolsonaro como principal culpado por alta na gasolina

·2 min de leitura
Levantamento sobre o preço da gasolina é do Instituto Paraná Pesquisas
Levantamento sobre o preço da gasolina é do Instituto Paraná Pesquisas

(REUTERS/Adriano Machado)

  • Bolsonaro é apontado como principal culpado pelo aumento na gasolina;

  • Cerca de 32% dos entrevistados o responsabilizam;

  • Em seguida, aparecem como culpados a Petrobras, guerra na Ucrânia e governadores.

O governo de Jair Bolsonaro é apontado como o maior culpado pelo aumento dos combustíveis pela maioria dos entrevistados pelo Instituto Paraná Pesquisas. De acordo com o levantamento nacional, 32% responsabilizam a condução do presidente.

Em seguida, aparece a Petrobras, citada por 26,7% das pessoas, a guerra na Ucrânia, mencionada por 13,4%, e os governadores, culpabilizados por 11,2%.

A pesquisa foi realizada entre 31 de março e 5 de abril deste ano e ouviu 2020 brasileiros. O grau de confiança do levantamento é de 95%.

Esta não é a primeira vez que Bolsonaro é mencionado como principal responsável pelo aumento da gasolina. Em março, o estúdio de dados Novelo Data mostrou que a cada 100 pessoas que publicaram algo no Twitter sobre o último reajuste nos combustíveis, anunciado em 10 de março pela Petrobras, 86 criticaram a conduta do atual presidente.

Para chegar aos resultados, foi feita uma varredura nas redes sociais com o intuito de captar as opiniões dos usuários.

Gasolina sobe 157,33% com Bolsonaro

Desde o início do atual governo, em janeiro de 2019, a gasolina teve reajuste de 157,33% enquanto a inflação foi de 20,6% no período, de acordo com dados da Petrobras analisados pelo Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese). As informações foram atualizadas para o último reajuste da Petrobras.

No começo da gestão Bolsonaro, a Petrobras vendia o litro da gasolina para as refinarias por cerca de R$ 1,50. Com o reajuste, o preço médio da gasolina passa hoje de R$ 3,25 para R$ 3,86 o litro, um aumento de 18,77%.

Sem culpa?

Bolsonaro, no entanto, segue tentando dissociar seu governo da alta nos preços dos combustíveis. Neste sábado (9), ele disse que a situação afeta o mundo todo e criticou a atuação dos estados.

“Hoje em dia, a inflação dos combustíveis no Brasil está cara? Está. (Mas) vejam a cadeia, a composição dos preços. Procure saber quanto é o ICMS, que é imposto dos estados, quanto é a margem de lucro dos banqueiros, se é justa ou não, e a margem de lucro dos donos de postos de combustíveis”, justificou.

Ele ainda culpou a oposição, ao dizer que refinarias não foram construídas no passado, e que por causa dos governos do PT o país se tornou importador de diesel e gasolina, apesar de ser autossuficiente em petróleo.

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