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Bolsonaro troca presidente da Petrobras a cada aumento nos combustíveis; veja

Alta na gasolina tem pressionado o comando da estatal
Alta na gasolina tem pressionado o comando da estatal
  • José Mauro Ferreira foi demitido do comando da Petrobras nesta segunda-feira;

  • Caio Mário Paes de Andrade deve assumir a presidência da empresa;

  • Descontentamento com a política de preços é o motivo para as trocas na presidência.

Terceiro presidente da Petrobras demitido no governo Jair Bolsonaro, José Mauro Ferreira Coelho ficou apenas 40 dias no cargo e não resistiu a pressão para diminuir o preço dos combustíveis. Esse é mais um presidente da estatal que é trocado após o aumento no diesel e gasolina.

Os dois anteriores, também demitidos, são Roberto Castello Branco e Joaquim Silva e Luna. Eles caíram pelo mesmo motivo: o descontentamento do governo com a política de preços da Petrobras, que está submetida ao critério de paridade internacional.

Essa política de preços faz o preço dos combustíveis variar de acordo com a cotação do barril de petróleo no mercado internacional e das oscilações do dólar.

Pré-candidato à reeleição, Jair Bolsonaro cobrou de todos eles que os preços fossem contidos. O presidente chamou de "estupro" o lucro da estatal e pressionou a empresa a não reajustar preços.

No último dia 15, questionado sobre a eventual demissão de José Mauro Ferreira Coelho, Bolsonaro disse: "Pergunta para o Adolfo Sachsida", que dias antes havia substituído Bento Albuquerque — também demitido — como ministro de Minas e Energia.

Veja o histórico

O primeiro a assumir o comando da estatal durante o governo do presidente Jair Bolsonaro foi o economista Roberto Castello Branco, indicado logo após as eleições de 2018.

Castello Branco foi nomeado para o cargo em janeiro de 2019 e demitido em fevereiro do ano passado pelo presidente, que alegou estar insatisfeito com os reajustes nos preços de combustíveis durante a gestão do economista.

O nome indicado para substituir Castello Branco foi o general Joaquim Silva e Luna. O militar tomou posse do cargo em abril de 2021 e permaneceu no posto até março deste ano. O general permaneceu 343 dias no cargo.

Ele foi demitido em abril deste ano por ter seguido a lógica de mercado para definição dos preços. Após a saída de Silva e Luna, o governo chegou a indicar os nomes do economista Adriano Pires e do empresário Rodolfo Landim para assumir o comando da estatal, no entanto, ambos informaram que não poderiam assumir os postos.

Em abril, o governo indicou José Mauro Coelho para assumir o comando da estatal. O executivo assumiu a presidência da Petrobras no dia 14 do mês passado. Agora, quem deve ficar na presidência é Caio Mário Paes de Andrade, auxiliar do ministro Paulo Guedes no Ministério da Economia.

A indicação precisa ser aprovada pelo Conselho de Administração da Petrobras, no qual o governo tem maioria por ser o acionista majoritário da empresa.

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