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Abicom avalia que diesel precisaria de 5% de reajuste

Motivo seria a volatilidade do mercado dos preços do barril do petróleo no mercado externo, que está por volta dos US$ 100 (Getty Creative)
Motivo seria a volatilidade do mercado dos preços do barril do petróleo no mercado externo, que está por volta dos US$ 100 (Getty Creative)
  • Óleo diesel precisaria ter um reajuste de pelo menos 5% para zerar defasagem

  • Motivo seria a volatilidade do mercado dos preços do barril do petróleo no mercado externo

  • Texto sobre os limites do ICMS sobre os combustíveis precisa voltar ao Congresso, que analisará os vetos do presidente

A Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom) avaliou que, para zerar a defasagem em relação aos preços internacionais, o óleo diesel precisaria ter um reajuste de pelo menos 5%.

De acordo com o portal Valor Investe, o motivo seria a volatilidade do mercado dos preços do barril do petróleo no mercado externo, que está por volta dos US$ 100. "Pelos cálculos de ontem feitos pela Abicom, seria necessário um reajuste de 3% nos preços do diesel e de 2% nos da gasolina".

O Ministério de Minas e Energia (MMS) publicou uma nota, nesta quarta-feira (6), prevendo que o litro da gasolina deve ficar R$ 1,55 mais barato com o limite do ICMS (imposto estadual) sobre os combustíveis. Até o momento, a queda no preço da gasolina foi de R$ 0,26, segundo a ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis).

O preço usado como referencial foi o recorde de R$ 7,390, atingido na semana anterior à implementação da medida. Para o etanol, a queda é esperada em R$ 0,31 por litro; para o diesel, de R$ 0,13 por litro. Já o Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) deve sofrer uma redução de R$ 2,63.

Limite do ICMS

O cálculo se baseia no projeto de lei que limita o ICMS sobre combustíveis, gás natural, energia elétrica, comunicações e transporte coletivo. Após a sanção de Jair Bolsonaro, esses cinco passaram a ser classificados como essenciais e indispensáveis, o que proíbe os estados de cobrar taxa superior à alíquota geral de ICMS, que varia de 17% a 18%, dependendo da localidade.

Entretanto, a discussão sobre a medida ainda não acabou. O texto precisa voltar ao Congresso, que analisará os vetos do presidente. Ainda assim, a diminuição do imposto já foi implementada em pelo menos 22 estados.