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Conheça a habilidade que pode fazer toda a diferença entre ser ou não promovido

Saber trabalhar em condições de adversidade e com a “Lei de Murphy”. É muito fácil ser bom marinheiro em mar de almirante, segundo Wanderley. (Pixabay/Divulgação)

Conheça a habilidade que pode fazer toda a diferença entre ser ou não promovido

O QI (quosciente de inteligência) é um fator mundialmente conhecido que mede a capacidade lógica e cognitiva de um indivíduo, estabelecido há mais de um século e ainda usado em meios acadêmicos e profissionais. O índice não avalia, porém, características comportamentais e sociais das pessoas. Foi para preencher essa lacuna que o termo “inteligência emocional” passou a ser difundido a partir da década de 1990, e foi definido pelo psicólogo norte-americano Daniel Goleman, em 1998, como: “capacidade de identificar os nossos próprios sentimentos e os dos outros”.

“É a habilidade que temos de nos conectar a nós mesmos e a outros seres humanos, entender sentimentos e necessidades”, explicou o psicólogo e coaching de carreira Felipe de Souza. Na vida profissional, a inteligência emocional desempenha papel desde a escolha da carreira, disse Souza. “Pouca consciência das próprias necessidades leva a decisões equivocadas, muitas vezes com base no que o outro está dizendo, e não no que a pessoa quer de verdade”, explicou.

Em relação ao ambiente de trabalho, a inteligência emocional pode ser até mais importante que o QI no que diz respeito ao sucesso. Segundo o mestre em neurolinguística e autor do livro Negociação Total, José Augusto Wanderley, toda empresa é um sistema sociotécnico, que visa expansão e sinergia. “A inteligência emocional é um dos fatores relevantes para a solução de conflitos e efetividade das negociações internas de uma empresa”, afirmou.

Wanderley explicou que assim como o QI, as pessoas podem ter diferentes níveis de inteligência emocional. Entre comportamentos que somam pontos no fator, estão:

Por Thaís Sabino (@thaissabino)