• Alguns idosos no Canadá passam quarentena acampados em parques
    Bloomberg

    Alguns idosos no Canadá passam quarentena acampados em parques

    Luc Choquette, proprietário de um acampamento, começou a notar algo inusitado no começo da fria primavera de Quebec: idosos em busca de camping.

  • Participação de pessoas físicas na Bolsa cresce 30% mesmo com crise do coronavírus
    O Globo

    Participação de pessoas físicas na Bolsa cresce 30% mesmo com crise do coronavírus

    Em março deste ano, 2,2 milhões de pessoas estavam registradas no sistema da B3

  • Serviços têm maior queda em pelo menos 13 anos, afirma IHS Markit
    Valor Econômico

    Serviços têm maior queda em pelo menos 13 anos, afirma IHS Markit

    Índice de Atividade de Negócios do setor, sazonalmente ajustado, caiu 16 pontos em março - pior média em 13 anos

  • Folhapress

    MP que autoriza corte de salário de até 100% tem trecho inconstitucional, dizem advogados

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O texto da MP (Medida Provisória) 935, que autoriza o corte de salários e jornadas de trabalhadores em até 100%, contém um trecho inconstitucional e outros potencialmente ilegais, segundo advogados ouvidos pela reportagem. O principal problema é a possibilidade, instituída pela MP, de as empresas reduzirem salários e jornadas de trabalho por meio de acordo individual com os trabalhadores. A Constituição proíbe em seu artigo 7º a redução salarial, a menos que ela esteja prevista em acordo ou convenção coletiva. “A via do acordo individual não é permitida, nem em situação de calamidade pública. Precisa ser feito por acordo coletivo e os sindicatos têm se mostrado abertos à negociação neste momento de crise”, diz Antônio de Freitas Jr., professor de direito do trabalho da USP. “A figura do acordo individual é inconstitucional, embora haja decisões recentes do Supremo que possam relativizar isso. De qualquer modo, a minha recomendação a clientes é fazer qualquer redução de jornada e salário mediante acordo com o sindicato da categoria”, diz Cássia Pizzotti, sócia do escritório Demarest. A suspensão do contrato de trabalho prevista na MP também pode ser contestada no Judiciário, segundo Freitas Jr. “O texto entreabre o uso da suspensão do contrato de trabalho como forma mascarada de supressão do salário do trabalhador, o que é ilegal”. Pelo texto da norma, trabalhadores que tenham o contrato suspenso ou reduções de jornada e salário terão um benefício do governo que pode chegar a 100% do que receberiam de seguro-desemprego em caso de demissão (que hoje varia entre R$ 1.045 e R$ 1.813,03). O valor do pagamento dependerá do faturamento da empresa e da faixa salarial do empregado. Esse benefício será acumulado, na maioria dos casos, com o pagamento de uma ajuda compensatória mensal pelo empregador que não terá natureza salarial, mas sim indenizatória. “Isso prejudica o trabalhador, porque esse valor não contaria para o cálculo de contribuição previdenciária, férias, 13º salário, ou FGTS. A empresa, por outro lado, ainda ganha porque poderá abater esse valor de seu lucro para cálculo de Imposto de Renda ou Contribuição Social sobre Lucro Líquido”, diz Freitas Jr. Pela norma, as empresas poderão negociar com cada empregado, independentemente da faixa salarial, corte salarial de exatamente 25%. Para cortar 50% e 70%, a negociação poderá ser individual apenas com funcionários de duas faixas salariais: até três salários mínimos (R$ 3.117) ou mais de R$ 12.202. “Pelo anúncio do governo, quem tem salários menores poderia negociar diretamente com o patrão, o que não está previsto na Constituição. A lógica é de que a redução não seria tão significativa nesses casos, porque seria complementada pelo benefício pago pelo governo, mas o sindicato pode ser mais necessário justamente para essa faixa”, diz Otavio Pinto e Silva, sócio do Siqueira Castro. Entenda o texto da MP: Suspensão de contrato: Pode valer por até dois meses, mas exige compromisso da empresa da manutenção do emprego por período igual ao da suspensão. Pode ser negociada de maneira individual para funcionários com salários até três salários mínimos (R$ 3.117) ou superiores a duas vezes o teto da Previdência (R$ 12.202). Se negociada com o sindicato e prevista em acordo ou convenção coletivos, pode valer para todos os trabalhadores. Empresas que faturem mais de R$ 4,8 milhões anuais e façam suspensões de contrato precisarão pagar ao trabalhador uma ajuda compensatória equivalente a 30% do salário. O governo complementaria o valor com um benefício no valor de 70% do seguro-desemprego ao qual o trabalhador teria direito. Empresas do Simples (com receita bruta de até R$ 4,8 milhões ao ano) que usarem o dispositivo não precisarão pagar nada ao empregado. Nesses casos, o governo pagará ao trabalhador suspenso um benefício mensal no valor integral do seguro-desemprego ao qual o empregado teria direito. Redução de jornada e salário: Pode valer por até três meses, desde que posteriormente o emprego do trabalhador seja mantido por período igual ao da redução. O valor pago pela hora de trabalho do empregado deverá ser mantido. Poderá ser negociada de maneira individual com qualquer funcionário, independentemente da faixa salarial, se a redução salarial proposta for de exatamente 25%. Poderá ser negociada individualmente com funcionários com salários de até três salários mínimos (R$ 3.117) ou superiores a duas vezes o teto da Previdência (R$ 12.202), se a redução salarial proposta for de 50% ou 70%. Precisa constar em acordo ou convenção coletiva nos demais casos. Nessa categoria, a redução poderá, inclusive, ser inferior a 25% e superior a 70%. Valores do benefício pago pelo governo em caso de redução de jornada e salário: Redução inferior a 25%: não recebe benefício. Redução de 25% a 49%: complemento de 25% do salário-desemprego a que o trabalhador teria direito. Redução de 50% a 70%: complemento de 50% do salário-desemprego a que o trabalhador teria direito. Redução superior a 70%: complemento de 70% do salário-desemprego a que o trabalhador teria direito. Fontes: MP 935 e Cássia Pizzotti

  • Putin declara abril mês de descanso com salário
    AFP

    Putin declara abril mês de descanso com salário

    O presidente russo, Vladimir Putin, declarou nesta quinta-feira (02) que os russos devem se abster de trabalhar durante todo o mês de abril, declarado como período de descanso obrigatório com direito a salário, para combater o coronavírus.

  • Mais de 600 mil foram demitidos de restaurantes e bares, estima associação
    Folhapress

    Mais de 600 mil foram demitidos de restaurantes e bares, estima associação

    Mais de 600 mil pessoas podem ter sido demitidas de bares e restaurantes com a escalada do coronavírus no Brasil

  • Governo autorizará corte de salário e jornada de trabalho em até 100%
    Folhapress

    Governo autorizará corte de salário e jornada de trabalho em até 100%

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O governo confirmou nesta quarta-feira (1º) a edição de uma MP (medida provisória) que autoriza corte salários e jornadas de trabalhadores durante a crise provocada pelo novo coronavírus. As reduções poderão ser feitas em qualquer percentual, podendo chegar a 100%, e têm prazo máximo de 90 dias. Trabalhadores afetados receberão uma compensação do governo que pode chegar a 100% do que receberiam de seguro-desemprego em caso de demissão. Essa complementação de renda tem regras diferentes dependendo do tamanho da empresa. Após recuo do presidente Jair Bolsonaro, a nova medida também libera a suspensão de contratos de trabalho por até dois meses, mas agora estabelece o pagamento do seguro-desemprego nesses casos. Além disso, a empresa que fature mais de R$ 4,8 milhões anuais terá de pagar ao menos 30% do salário. Nas contas do governo, a suspensão dos contratos ou redução de salário e jornada deve alcançar 24,5 milhões de trabalhadores com carteira assinada. O Ministério da Economia acredita que a iniciativa vá evitar pelo menos 8,5 milhões de demissões. O custo total do programa aos cofres públicos é estimado em R$ 51,2 bilhões. Trabalhadores afetados pelos cortes terão garantia provisória do emprego durante o período da redução e, após o restabelecimento da jornada, por período equivalente. A medida recebeu aval de Bolsonaro e será editada até esta quinta-feira (2), informaram técnicos do Ministério da Economia. Por se tratar de uma MP, a medida valerá imediatamente após a publicação e poderá ser adotada pelos empregadores. Caberá ao Congresso validar o texto. O governo quer permitir que os patrões suspendam os contratos de trabalho por até dois meses, mas há uma garantia de renda para os empregados. Essa pausa no contrato pode ser negociada entre o empregador e o funcionário -sem participação de sindicatos. Se a empresa optar pela suspensão de contrato, as regras para os patrões mudam dependendo do faturamento. No caso de uma companhia no Simples (faturamento bruto anual até R$ 4,8 milhões), o empregador não precisa dar compensação ao trabalhador durante os dois meses e o governo vai bancar 100% do valor do seguro-desemprego. Quando o faturamento superar esse patamar, o patrão deverá arcar com ao menos 30% da remuneração anterior do empregado (pagamento que não terá natureza salarial). O governo entra com 70% do valor do seguro-desemprego. Para trabalhadores de menor renda, a redução dos ganhos em caso de suspensão de contrato deve ser, portanto, pequena. Quem hoje recebe um alto salário deverá ter uma queda maior, pois o benefício é balizado pelo valor do seguro-desemprego, que varia de um salário mínimo (R$ 1.045) a R$ 1.813. A MP também define regras para a modalidade de redução de carga horária. Isso poderá durar até três meses. Há tratamentos distintos para três faixas de renda -até três salários mínimos (R$ 3.135), de três salários mínimos a dois tetos do INSS (R$ 12.202,12) e acima de dois tetos previdenciários. O primeiro grupo -e principal alvo do programa- reúne empregados formais que recebem até três salários mínimos (R$ 3.135). Para esses trabalhadores, bastará um acordo entre funcionário e patrão para efetivar o corte. Nesse caso, o governo pagará ao trabalhador uma proporção do valor do seguro-desemprego equivalente ao percentual do corte de salário. A compensação será de 25%, 50% ou 70% do seguro-desemprego, que varia de R$ 1.045 a R$ 1.813,03. Pelas regras do programa, nenhum trabalhador poderá ter remuneração inferior a um salário mínimo após o corte de jornada. O segundo grupo do programa de proteção ao emprego tem renda mensal entre R$ 3.135 e R$ 12.202. Trabalhadores com esse perfil salarial têm regras diferentes. Jornada e rendimentos podem ser reduzidos em até 25% por acordo individual -direto entre o patrão e o funcionário. Para negociações de cortes superiores, o acordo precisará ser coletivo -intermediados por sindicatos. Na avaliação do governo, nesses casos uma diminuição de 50% ou até 70% no salário representaria uma perda muito grande e, por isso, o trabalhador precisa de uma representação sindical. Como a compensação emergencial leva em consideração o percentual de diminuição na jornada e o valor seguro-desemprego, cujo teto é R$ 1.800, há uma limitação para que a renda seja compensada com a ajuda do governo. A negociação entre empresa e funcionário será mais flexível para os trabalhadores considerados hipersuficientes, cujos salários são duas vezes do teto do INSS ou mais e que possuem diploma de ensino superior. Esses critérios de classificação já estão previstos na CLT. Para esse terceiro grupo, o tamanho do corte na jornada e no salário poderá ser decidido em acordo individual, independente do percentual. Como o auxílio do governo é calculado pelo seguro-desemprego, trabalhadores com esse perfil deverão ter perdas de rendimento maiores. Esse trecho da medida se sustenta em um ponto incluído na CLT pela reforma trabalhista aprovada pelo governo Michel Temer em 2017, que regulamentou o conceito de trabalhador hipersuficiente. Para esse profissional, a lei autoriza que as relações contratuais sejam objeto de livre negociação entre empregado e patrão.

  • Governo vai autorizar corte de salário e jornada em até 100%
    Folhapress

    Governo vai autorizar corte de salário e jornada em até 100%

    As reduções poderão ser feitas em qualquer percentual, podendo chegar a 100%.

  • Empresa que cortar salário poderá abater de impostos ajuda ao trabalhador
    Folhapress

    Empresa que cortar salário poderá abater de impostos ajuda ao trabalhador

    MP com regras para empresas cortarem jornada e salário temporariamente prevê a possibilidade de empregadores pagarem um valor extra aos funcionários no período

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    Muitas pessoas reclamam que o salário não rende, mas tudo pode ser questão de má administração das finanças. Conheça os principais erros

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    Ibovespa caminha para pior mês desde 1998

    Performance faz o resultado no acumulado do ano ser negativo em cerca de 35%, o que marca a maior queda trimestral desde 1994

  • Petrobras adia pagamento de parte do salário a conselheiros para preservar caixa
    Reuters

    Petrobras adia pagamento de parte do salário a conselheiros para preservar caixa

    SÃO PAULO (Reuters) - A Petrobras informou que seu conselho de administração terá 30% do salário mensal adiado em abril, maio e junho, com pagamento em setembro, em medida que se soma a outras iniciativas anunciadas pela companhia para enfrentar um cenário de baixos preços de petróleo e a pandemia global de coronavírus.

  • Após fala de Bolsonaro, Correios cortam adicionais no salário de trabalhador em quarentena
    Folhapress

    Após fala de Bolsonaro, Correios cortam adicionais no salário de trabalhador em quarentena

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Após o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) defender regras mais frouxas para isolamento contra o coronavírus, os Correios passaram a descontar parte da remuneração de funcionários que estão em quarentena. O corte adotado na estatal vale mesmo para empregados do grupo de risco para contágio da Covid-19. Na terça-feira passada (24), Bolsonaro passou a defender publicamente a "volta à normalidade", o fim do confinamento em massa e a reabertura do comércio e escolas. Para ele, apenas pessoas acima de 60 anos ou com doenças que agravam o quadro clínico em caso de infecção devem se isolar. Um dia depois, a cúpula dos Correios baixou uma norma suspendendo adicionais, como distribuição de encomendas, e o vale-transporte de trabalhadores que estão afastados por causa da pandemia. A estatal é presidida pelo general Floriano Peixoto Vieira Neto, que assumiu o cargo em junho do ano passado e já ocupou a Secretaria-Geral da Presidência da República. O general da reserva foi indicado para o comando dos Correios pelo presidente Bolsonaro. A empresa pública , que tem cerca de 100 mil funcionários, afirma que o teletrabalho está autorizado para empregados classificados em grupos de risco, de acordo com orientação da OMS (Organização Mundial da Saúde), ou que moram com alguém acima de 60 anos ou com asma, pressão alta e diabetes, por exemplo. Em caso de suspeita de contaminação e de sintomas da doença, o funcionário dos Correios pode se afastar imediatamente. Quem teve contato com o caso suspeito também pode pedir afastamento. Mas algumas funções da estatal não permitem trabalho remoto. Carteiros e atendentes de guichês de agências, por exemplo, perdem mais de 30% da remuneração ao entrar em quarentena. Esse corte é provocado pela suspensão dos adicionais de atividades em distribuição ou coleta externa (atividade postal) e em atendimento em guichê. O extra por trabalho aos fins de semana também foi retirado. "Os Correios seguem rigorosamente a legislação brasileira em todas as circunstâncias", afirma a empresa. "A estatal presta serviço essencial à população e, também por isso, necessita se manter em operação, dentro da realidade que o momento atual enseja", diz. Entidades que representam os trabalhadores dos Correios, então, têm recorrido à Justiça para evitar prejuízos a quem está afastado e não consegue se enquadrar na modalidade de teletrabalho. Também pedem que a estatal cumpra a promessa de fornecer material de prevenção ao coronavírus. Funcionários reclamam da falta de máscaras e álcool em gel, inclusive para empregados da área de distribuição e que ficam expostos à contaminação. A 39ª Vara do Trabalho de Salvador (BA) já determinou a distribuição de kits de prevenção aos empregados dos Correios na Bahia. A estatal diz que "todas as medidas judiciais continuarão a ser cumpridas integralmente". "A empresa não fornece as condições mínimas de trabalho. Corta os salários de quem está afastado e se recusa a dialogar com os trabalhadores", disse José Gandara, presidente da Findect (Federação Interestadual dos Sindicatos dos Trabalhadores dos Correios), que reúne entidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Tocantins e Maranhão. A falta de disposição a negociar também é apontada por José Rivaldo da Silva, secretário-geral da Fentect (Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios e Telégrafos). "O que está acontecendo no país é algo inesperado. Ninguém quer ser infectado pelo coronavírus. Numa pandemia dessas, o grupo de risco não poderia ter queda de remuneração assim", diz Silva. No Banco do Brasil e na Caixa, as medidas de prevenção ao coronavírus são semelhantes às ações adotadas por bancos privados, pois a negociação foi feita para toda a categoria. O Banco do Brasil afirma que todo o grupo de risco foi deslocado para teletrabalho e sem redução de quaisquer benefícios dos funcionários. O mesmo vale para quem mora com pessoa com necessidade de cuidados especiais intensivos. No entanto, após mensagem do presidente da estatal, Rubem Novaes, revelada pela Folha de S. Paulo, empregados do banco passaram a temer por uma mudança nas regras. "Muita bobagem é feita e dita, inclusive por economistas, por julgarem que a vida tem valor infinito. O vírus tem de ser balanceado com a atividade econômica", afirma o executivo em aplicativo de mensagens. Questionado, o Banco do Brasil declarou que manterá todas as medidas necessárias para preservar a saúde de seus funcionários e o funcionamento de atividades indispensáveis à população.

  • Dólar sobe para R$ 5,18; Ibovespa fecha em alta de 1,65%
    Folhapress

    Dólar sobe para R$ 5,18; Ibovespa fecha em alta de 1,65%

    No Brasil, a cotação comercial da divisa subiu 1,52%, a R$ 5,1810, maior valor desde o recorde de R$ 5,20

  • Exclusão de MEIs da adesão à nova linha emergencial preocupa o setor
    Folhapress

    Exclusão de MEIs da adesão à nova linha emergencial preocupa o setor

    Entidades representantes das micro, pequenas e médias empresas demonstraram preocupação com os microempresarários individuais, os MEIs

  • Pequenas e médias empresas terão R$ 40 bi para pagar salário
    Folhapress

    Pequenas e médias empresas terão R$ 40 bi para pagar salário

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O governo anunciou que vai abrir uma linha de crédito emergencial para pequenas e médias empresas financiarem folha de salários. O programa demandará R$ 40 bilhões e será custeado em maior parte pelo Tesouro Nacional. O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, afirmou que o programa foi formulado pela autoridade monetária, pelo Ministério da Economia e pelo BNDES. Segundo ele, o programa vai ser destinado exclusivamente para pequenas e médias empresas, que faturam entre R$ 360 mil e R$ 10 milhões por ano e se destina só para financiamento de folha de pagamento. Segundo Campos Neto, o programa tem potencial para contemplar cerca de 12 milhões de pessoas e 1,4 milhão de empresas. Do montante, R$ 17 bilhões mensais serão financiados via recursos do Tesouro, e o restante virá do próprio setor bancário. No total, serão R$ 34 bilhões dos cofres públicos. Pessoas envolvidas na discussão dizem que a decisão de fazer o anúncio nesta sexta (27), mesmo sem a iniciativa estar pronta para ser enviada ao Congresso, foi política. Com isso, o governo tenta conter críticas crescentes sobre o ritmo de apresentação de medidas econômicas contra a crise do novo coronavírus."‹ O programa vai financiar até dois salários mínimos por empregado. Se a pessoa ganhar mais que isso, o crédito só vai contemplar o limite estabelecido, podendo a empresa complementar a remuneração. Toda empresa que aceitar não poderá demitir funcionários por dois meses. "O dinheiro vai direto para a folha de pagamento, a empresa fica só com a dívida", disse. "Estará em contrato [que não pode haver demissão por dois meses] e o dinheiro vai direto para o funcionário. Então, se ele for demitido, a empresa terá de arcar com os custos e não receberá o recurso", completa. O BC afirmou que o arranjo operacional está em discussão, mas o BNDES teria o papel de repassar os recursos do Tesouro para os bancos. As instituições financeiras serão responsáveis pela concessão do crédito, com todos os custos operacionais. O financiamento terá spread zero --ou seja, a taxa de 3,75%. O empréstimo terá seis meses de carência e será dividido em 36 parcelas. O dinheiro vai direto para o CPF do empregado. As operações não visam lucro e os bancos concederão o crédito a preço de custo. Todas as instituições são elegíveis a participarem do programa, segundo o BC. Os bancos poderão seguir seus próprios modelos e políticas de concessão, como bom histórico dos clientes. O BC, no entanto, salientou que vai supervisionar e poderá solicitar a justificativa nos os casos em que as instituições negarem crédito para clientes elegíveis. O Banco Central, enquanto supervisor do sistema bancário, se assegurará de que a política de concessão é não discriminatória. Poderá, se e quando entender conveniente, solicitar a justificativa para os casos em que os bancos negarem a concessão da linha para clientes elegíveis. O risco para os bancos é de 15% da operação, percentual de participação das instituições na linha de crédito. Campos Neto, também anunciou outras medidas, como o uso de letras financeiras como garantia de empréstimos da autoridade monetária aos bancos. A iniciativa já tinha sido antecipada e deve entrar em vigor na próxima semana. O impacto pode chegar a R$ 670 bilhões. "O banco pode pegar a carteira de crédito e fazer um fundo, o BC vai emprestar dinheiro para o banco e pegar o fundo como garantia", explicou Campos Neto. Além disso, a autoridade monetária vai comprar dívidas diretamente das empresas, a exemplo de medida anunciada recentemente pelo Fed, banco central norte-americano. A iniciativa será enviada ao Congresso Nacional por meio de PEC (proposta de emenda à Constituição). "É um instrumento muito importante para garantir que os recursos cheguem diretamente à ponta", ressaltou o presidente do BC. Não foram divulgados detalhes de como serão feitas essas operações. O BC informou que será publicada uma MP (medida provisória) para a abertura de um crédito extraordinário de R$ 34 bilhões por dois meses (R$ 17 bilhões por mês), além da criação de um fundo operacionalizado pelo BNDES, fiscalizado e supervisonado pelo BC e com aporte de recursos do Tesouro Nacional. Os R$ 6 bilhões de recursos dos bancos privados completarão os R$ 40 bilhões do programa anunciado. Apesar de o evento ter sido para anúncio de medidas econômicas, o ministro Paulo Guedes (Economia) não estava presente e não foi mencionado por Bolsonaro. O único que citou Guedes foi o presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães.

  • Folhapress

    Cabeleireiras e manicures podem ter salário cortado em até 75%

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Mesmo após a queda do artigo 18 da medida provisória 927, que permitia aos patrões suspender os contratos de trabalho por até quatro meses e deixar de pagar os salários no período, os profissionais da área da beleza poderão ter salário menor e ver seus contratos suspensos na pandemia do coronavírus. Patrões e empregados que representam manicures, cabeleireiros e demais funcionários do setor de beleza fecharam acordo, na Justiça do Trabalho, que permite cortar as remunerações em até 75% e suspender os contratos de trabalho por um período que vai de dois a cinco meses. A categoria envolve 1,2 milhão de empresas do setor, sejam elas grandes salões ou pequenos e micro empresários. Segundo Marcio Michelsi, presidente do Sindicato Nacional Pró-Beleza, foi preciso fechar um acordo "extremo" para que se "preservassem empregos" no setor. A maioria dos empresários da área acredita que a pandemia pode levá-los à falência em 15 ou 20 dias. Dentre as cláusulas homologadas na última terça-feira (24), no TRT-2 (Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região), que atende São Paulo, os salários poderão ser reduzidos, assim como a jornada, de forma proporcional, atendendo ao que diz a Orientação Jurisprudencial 358 do TST (Tribunal Superior do Trabalho). A redução de salário e jornada também pode ser aplicada no caso dos trabalhadores que estão em home office. SUSPENSÃO DOS CONTRATOS A suspensão dos contratos poderá ocorrer conforme o artigo 476 da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), que indica essa possibilidade desde que o funcionário faça cursos de qualificação. No período, o patrão pode conceder ajuda de custo, que não terá natureza salarial. No acordo fechado na Justiça do Trabalho, as empresas devem manter os benefícios mínimos previstos em convenção coletiva de trabalho, o que inclui, por exemplo, a cesta básica. Durante a suspensão, as empresas devem pagar um valor mínimo de, ao menos, 25% do piso salarial da função. Após o fim da suspensão contratual, o empregado pode voltar normalmente ao trabalho e receber o salário e demais benefícios a que tinha direito antes da adoção da medida. Setor de beleza: Outros pontos do acordo 1 - Faltas justificadas \- As faltas dos profissionais desde a terça-feira (17) não poderão ser contadas por até 15 dias \- A medida vale para quem pega transporte público para ir ao trabalho \- A dispensa dos trabalhadores pode valer por mais 15 dias, caso a situação do país não melhore 2 - Home office para a área administrativa \- Quem trabalha no setor administrativo dos salões será colocado em home office \- Neste caso, os patrões poderão controlar a jornada de trabalho por meio de chamadas de vídeos no WhatsApp ou outra forma legal de controle de jornada a distância \- Estes funcionários também poderão ser obrigados a fazer outras tarefas, que não estejam ligadas à função, desde que possam ser realizadas a distância 3 - Cesta básica e desconto de impostos para parceiros que são MEIs \- Os MEIs (microempreendedores individuais) abrangidos pela lei 13.352/2016, que trata dos parceiros dos salões, terão direito a desconto dos impostos de abril a maio \- Além disso, eles vão receber uma cesta básica, conforme o acordo fechado \- No caso dos impostos, o salão parceiro irá pagar o valor e, futuramente, descontará dos MEIs 4 - Atendimento domilciliar para MEI \- No caso dos MEIs parceiros, foi liberado o atendimento em domicílio, desde que o profissional atenda às normas de vigilância sanitária \- O agendamento será feito pelo salão parceiro 5 - Abertura de salões \- O acordo permite que quem quiser pode abrir as portas dos salões de beleza \- No entanto, é preciso seguir as regras da vigilância sanitiária e fazer limpeza de banheiros, corrimão e demais ambientes de uma em uma hora \- A regra vale para salões em outros localidades; no estado de SP, eles estão na lista de estabelecimentos que devem fechar as portas durante a pandemia Fonte: Sindicato Pró-Beleza

  • 10 fundos de investimento que lucraram com o coronavírus
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    10 fundos de investimento que lucraram com o coronavírus

    Em meio a um cenário de incertezas, alguns fundos de investimento continuam lucrando e oferecendo bons retornos

  • JBS acelera produção para atender crescente demanda no varejo
    Bloomberg

    JBS acelera produção para atender crescente demanda no varejo

    (Bloomberg) -- A JBS, maior processadora de carnes do mundo, opera em ritmo acima do normal para atender à demanda global por proteínas que até agora resistiu aos abalos causados pelo surto de coronavírus.“Estamos trabalhando horas a mais, nos finais de semana, para garantir o suprimento mundial de alimentos”, enquanto tomamos medidas para proteger funcionários e dar continuidade às operações, disse o presidente da JBS, Gilberto Tomazoni, em entrevista por telefone. “Se não abastecermos o mercado, entraremos em pânico. Seria o caos.”Embora a demanda por serviços de alimentação esteja “muito sofrida” com mais pessoas em casa para conter a propagação da doença, o aumento das vendas no varejo tem sido mais que suficiente para compensar essa queda, disse. Para as próximas semanas, a companhia espera uma normalização dos níveis de produção à medida que a corrida dos consumidores às gôndolas deve diminuir.A empresa está preparada para a mudança de comportamento do consumidor durante a pandemia, disse Tomazoni. A JBS pode rapidamente desviar a produção destinada a restaurantes para abastecer supermercados. A empresa também produz uma variedade de proteínas, o que permite se adaptar às mudanças de preferência do consumidor.Depois de as ações atingirem uma máxima histórica em setembro devido à crescente demanda impulsionada pela propagação da peste suína africana na China, a JBS perdeu cerca de metade do valor de mercado na onda vendedora provocada pelo coronavírus. Na semana passada, as ações mostraram certa recuperação.“Estamos positivos com o nosso fluxo de caixa para 2020, apesar da crise do coronavírus”, disse. “O gap de proteína causado pela peste suína africana não mudou.”A demanda na China se recupera após a retração no início deste ano, quando o país foi atingido pelo novo vírus. Cerca de 80% do tráfego interno da China foi normalizado, disse Tomazoni, o que abre caminho para que as importações se normalizem. Ainda assim, a escassez global de contêineres causada por gargalos nos portos chineses tem dificultado as exportações, embora nenhum embarque da JBS tenha sido atingido pela falta de equipamentos até o momento.O aumento da produção para encher prateleiras ocorre em todos mercados em que a empresa opera, dos EUA à Austrália. A exceção é a unidade de carne bovina do Brasil, onde cinco de um total de 37 frigoríficos serão fechados este mês. A decisão de cortar a produção brasileira de carne bovina foi tomada antes do agravamento do surto de coronavírus no Brasil, devido à desaceleração das exportações, segundo Tomazoni. Os frigoríficos devem retomar as operações em abril.Os compromissos de longo prazo permanecem, como o plano de investimento de R$ 8 bilhões para o Brasil ao longo de cinco anos e aumento de produtos de marca, embora agora não seja o momento de fazer uma aquisição, disse o executivo. A companhia também firmou o compromisso de manter seus 240 mil postos de trabalho em todo o mundo durante a crise.Em relação à listagem nos EUA, os planos estão de pé, embora nenhuma data tenha sido definida. “Esta é uma prioridade para a JBS, mas falar sobre isso neste momento não é apropriado”, afirmou.Ainda assim, uma listagem tem vantagem em relação a uma oferta pública inicial, disse Guilherme Cavalcanti, diretor financeiro da JBS. Como a empresa não planeja captar recursos na operação e quer apenas listar parte de seus ativos nos EUA, a JBS tem mais flexibilidade em termos de prazo.“Não precisamos esperar por uma janela favorável no mercado”, disse. Tanto Tomazoni quando Cavalcanti não quiseram fornecer uma estimativa para a data da listagem.For more articles like this, please visit us at bloomberg.comSubscribe now to stay ahead with the most trusted business news source.©2020 Bloomberg L.P.

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    Coronavírus: o mundo caminha para uma recessão em 2020

    As gigantes multinacionais americanas de serviços financeiros, JP Morgan e Morgan Stanley, previram oficialmente agora uma recessão global impulsionada pelo coronavírus a partir do segundo trimestre de 2020.