Mercado fechado

Procon-SP amplia lista de lojas virtuais não recomendadas nesta Black Friday

Guia do Bolso

A poucos dias da versão brasileira da Black Friday -  evento que promete descontos atraentes para os consumidores do varejo físico e eletrônico -, que acontece nesta sexta-feira, dia 29 de novembro, o Procon-SP (Fundação de Proteção e Defesa ao Consumidor) incluiu novas lojas virtuais na lista de não recomendados. A relação de sites saltou de 275 lojas virtuais registradas em abril para 375* neste fim de ano.Veja a lista completa aqui.

Leia mais:
Na Black Friday brasileira, preços subiram em vez de cair
Black Friday terá código de ética para compras on-line



Segundo a entidade, as empresas listadas foram notificados e não responderam ou não foram encontradas, impossibilitando as tentativas de intermediação entre as partes.

A maioria das queixas contra os sites é por irregularidades na prática do comércio eletrônico, principalmente por falta de entrega do produto adquirido. De acordo com o órgão de defesa, esses fornecedores não são localizados - inclusive pelo rastreamento feito no banco de dados de órgãos como Receita Federal.


Confira dicas do Procon-SP para não ter problemas no comércio virtual:


- Procure no site a identificação da loja (razão social, CNPJ, telefone e outras formas de contato além do e-mail);
- Prefira fornecedores recomendados por amigos ou familiares;
- Desconfie de ofertas vantajosas demais;
- Não compre em sites em que as únicas formas de pagamento aceitas são o o boleto bancário e/ou depósito em conta.
- Leia a política de privacidade da loja virtual para saber quais compromissos ela assume quanto ao armazenamento e manipulação de seus dados;
- Imprima ou salve todos os documentos que demonstrem a compra e a confirmação do pedido (comprovante de pagamento, contrato, anúncios, etc.);
- Instale programas de antivírus e o firewall (sistema que impede a transmissão e/ou recepção de acessos nocivos ou não autorizados) e os mantenha atualizados em seu computador;
- Nunca realize transações online em lan houses, cybercafés ou computadores públicos, pois podem não estar adequadamente protegidos.

(*) Parte dos sites listados está fora do ar