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  • O cenário econômico para este ano é muito negativo, com recessão e aumento do desemprego. Mas ele cria oportunidades para o investidor, especialmente na renda fixa prefixada, avaliam os profissionais da Rio Bravo Investimentos.

    A perspectiva é de queda do Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas do país) de 1,5% este ano, diz Evandro Buccini, economista da Rio Bravo. Essa queda será reflexo de todo o ambiente que o país vive, com tarifas, dólar e impostos subindo para compensar o represamento dos anos anteriores. “Estamos pagando o preço de toda a intervenção exagerada dos últimos quatro anos especialmente”, afirma, acrescentando que “essa intervenção vai custar muito mais caro do que achávamos no começo do ano”.

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    Infelizmente, afirma Buccini, o impacto desse ajuste já está chegando no emprego, e deve piorar muito mais. Para o economista, a taxa de desemprego deste ano, apesar da dificuldade em prever o total de pessoas ocupadas,

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  • O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deverá fechar o ano em 8,23%, de acordo com o boletim Focus divulgado semanalmente pelo Banco Central. O índice havia recuado para 8,13% na semana passada, após 14 semanas de previsões de alta. Para os preços administrados, que sofrem algum controle do governo, como a gasolina e a energia elétrica, a estimativa de alta foi mantida em 13%.

    O mercado financeiro piorou a  estimativa de retração de 1,01% para 1,03% no Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todos os bens e serviços do país. Foi mantida a expectativa de retração na produção industrial em 2,5%. Não houve alteração, no boletim Focus, em relação à dívida líquida do setor público em proporção do PIB, com 38%.

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    No setor externo, a estimativa para o déficit em conta-corrente continua em US$ 77 bilhões, se a balança comercial fechar o ano com saldo de US$ 4,3 bilhões e os investimentos estrangeiros diretos em US$ 56 bilhões.

    O boletim Focus retrata a

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  • A Serasa vai organizar entre 28 de abril até 2 de maio um “Super Feirão Limpa Nome” para ajudar devedores a quitarem suas dívidas, com direito a descontos especiais que podem chegar a 95% para ajudar na renegociação. A edição vai acontecer presencialmente, em São Paulo, e online.

    O Super Feirão é organizado pelo SerasaConsumidor, braço da Serasa Experian, voltado para o consumidor, e acontecerá no Centro Educacional Unificado (CEU) Caminho do Mar, das 8h às 18h. É preciso estar com CPF e documento de identidade com foto (RG ou Carteira de Trabalho). O evento é aberto para pessoas de outras cidades.

    Para a renegociação online, as informações podem ser conferidas no site Limpa Nome.

    O objetivo da Serasa é que as instituições ofereçam vantagens ao consumidor e o leve a quitar sua dívida. A Serasa oferecerá orientação jurídica e ao cidadão, além de acesso ao Centro de Apoio ao Trabalho (CAT), Centro de Integração da Cidadania, Juizado Itinerante do Tribunal de Justiça do Estado de São

    Saiba mais »de Serasa anuncia “Super Feirão Limpa Nome” para ajudar devedores
  • Os juros sobre o cheque especial cobrado pelos sete principais bancos do país – Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal (Caixa), HSBC, Itaú, Safra e Santander – aumentaram em média 0,35 ponto percentual de março para abril, de 10,55% para 10,9%. Essa taxa mensal equivale a 246% ao ano.

    Com essas taxas, o uso do cheque especial tem de ser limitado a uma emergência absoluta e por um curto espaço de tempo, quando não há outra opção, ou quando se tem de pagar uma conta que tenha uma multa elevada ou um juro ainda maior, caso do cartão de crédito, que costuma ter custo do crédito rotativo ainda mais alto. Alguns bancos oferecem ainda alguns dias sem juros, que devem ser usados com cuidado, pois se o cliente passar do limite de dias terá de pagar o juro por todo o período.

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    A maior elevação ocorreu no Banco do Brasil, com o índice passando de 9,16% em março para 9,86% em abril. O banco havia segurado os juros nos últimos

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  • A prévia da inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), ficou em 1,07% em abril deste ano. A taxa é inferior à observada no mês anterior (1,24%), mas superior à registrada em abril de 2014 (0,78%). O IPCA-15 acumula taxas de 4,61% no ano e 8,22% em 12 meses. Em quatro meses, portanto, o IPCA-15 já supera a meda de inflação para o ano, de 4,5%. Hoje, também saíram prévias do IPC da Fipe e o IGP-M indicando maior pressão da inflação.

    O resultado ficou acima do esperado pelo Banco Fator, que projetava aumento de 0,95%, e também da mediana de expectativas da Bloomberg, de 1,02%. O índice de difusão, que mostra o percentual de preços no IPCA-15 que subiram, passou de 69,3% para 73,2%, permanecendo acima da média história, diz o Fator. Uma difusão alta de aumentos mostra que a inflação está mais forte e generalizada.

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    Os dados foram divulgados hoje pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O

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  • O atual cenário, caracterizado por inflação alta, contração econômica e incerteza quanto à eficácia do ajuste fiscal, assim como todo período de crise, apresenta riscos. Ao mesmo tempo, pode ser uma grande oportunidade para quem estiver planejando sua aposentadoria ou outro objetivo de longo prazo. A principal lição das crises deveria ser a importância do controle do orçamento e o incentivo ao planejamento.

    Reserva de curto prazo

    Todo mundo sofreu uma redução do poder de compra por efeito da inflação e do câmbio depreciado. Muitos viram ou verão a própria renda diminuir, seja pela perda do emprego ou pela redução dos negócios. Nessa hora, a importância de se ter uma reserva de emergência com ativos líquidos vem à tona. Na falta dela, poderá ser necessário vender ativos reservados para a aposentadoria, cujos preços podem ter sofrido mais com a crise por estarem visando um horizonte de investimento mais longo. Investimentos com alta liquidez são a caderneta de poupança, os fundos de

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  • O ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, defendeu ontem as medidas de ajuste econômico do governo e disse que elas são temporárias. “Temos que reduzir a inflação, reequilibrar as finanças públicas e o governo precisa fazer alguns ajustes”, afirmou.

    Ele disse ainda que o maior desafio do Brasil não é econômico. Barbosa citou a política como a maior dificuldade, uma vez que é preciso dialogar com forças políticas diferentes para obter avanços. “Apesar de o desafio econômico ser grande, acho que nosso maior desafio é político. Precisamos de muita conversa, muito diálogo, para avançar mais”, ressaltou.

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    Barbosa participou da abertura do Fórum Dialoga Brasil, que em três dias pretende recolher propostas para formação do Plano Plurianual (PPA) 2016-2019. O fórum reúne representantes de centrais sindicais e entidades ligadas aos setores industrial e financeiro em uma série de debates do governo com setores da sociedade para delinear um

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  • Levy admite retração do PIB neste ano

    O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, admitiu na noite de ontem que o Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas no país) deve encerrar o ano negativo. Ele evitou dar números, mas disse que o ministério incorporou a expectativa de retração do PIB às previsões oficiais.

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    “Hoje, o mercado tem essa avaliação. Nos nossos documentos, usamos as informações do mercado. Essa tradição a gente adotou”, afirmou. O ministro também comentou o relatório do Fundo Monetário Internacional (FMI), que projetou em 1% a queda do PIB brasileiro este ano. Segundo ele, o ponto mais importante do documento não são estimativas para a atividade econômica, mas o apoio às medidas de ajuste fiscal postas em prática neste ano.

    “O FMI tem algumas avaliações. Acho que, em particular, chamou atenção a importância de o Brasil concluir o mais rápido possível o programa do ajuste fiscal, até para a gente voltar a crescer. É uma mensagem bastante consistente dessa estratégia

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    O presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini, considerou que os avanços no combate à inflação obtidos até agora “não se mostram suficientes”, apesar dos sinais favoráveis dos indicadores de expectativas de médio e longo prazos para os índices de preços. Em evento promovido pelo Itaú BBA em São Paulo, Tombini reafirmou o que já disse em outras ocasiões, que é necessário “manter a política monetária vigilante”, num sinal de que o BC deverá manter os juros elevados por mais tempo para evitar que o aumento do dólar e a correção dos preços das tarifas contaminem os demais preços da economia. “Cabe à política monetária o dever de conter os efeitos de segunda ordem decorrentes dos ajustes de preços relativos ora em curso, assegurando as condições necessárias para garantir a convergência da inflação para o centro da meta em dezembro de 2016″, disse o executivo.

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    O mercado espera que o Comitê de Política Monetária (Copom) eleve os juros mais

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  • O Índice FipeZap de Locação registrou um aumento de 1,53% no preço dos aluguéis em março na comparação com o mesmo período do ano anterior, o que significa uma perda diante da inflação, que registrou 8,13% no período. Na comparação mensal, o preço dos aluguéis subiu 0,31%, o que significa desaceleração diante de fevereiro quando cresceu 0,38%, além de perda real diante da inflação registrada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que ficou em 1,32% em março.

    Na contramão dos preços dos aluguéis, a inflação acelerou em março diante de fevereiro, quando havia ficado em 1,22%. O IPCA de março foi o maior índice mensal desde fevereiro de 2003 quando atingiu 1,57%.

    O Índice FipeZap acompanha os novos aluguéis em 9 cidades brasileiras. A variação em contratos já vigentes não é acompanhada pelo índice. Outro ponto destacado pela FipeZap é que a variação nos preços de aluguéis foi menor do que a variação do Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M), normalmente usado para

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