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    O Brasil voltou a ser capa da revista britânica “The Economist” dedicada à América Latina, e novamente de forma pejorativa, indo para o brejo. Na edição, a segunda dedicada ao país em quatro meses, uma passista de escola de samba afunda em um pântano, sob o título “O atoleiro do Brasil” (“Brazil’s quagmire”). A revista fala da “queda de um titã”, diante das problemas fiscais e monetários enfrentados pelo país, que  está no “atoleiro” e corre o risco de ficar preso nele.

    A publicação aponta que o Brasil passou por altos e baixos nas últimas três décadas e que, depois de se livrar do pesadelo da inflação e alcançar o equilíbrio econômico entre os anos de 2002 e 2008, está de volta ao cenário problemático.

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    A revista cita o baixo crescimento, a inflação acima dos 7% ao ano e as taxas que devem subir a níveis altíssimos como componentes do cenário. Entretanto, o principal destaque da publicação não é a perspectiva de um ano ruim para um país, mas que os instrumentos adotados pelo governo o

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  • A presidente Dilma Rousseff disse hoje que o rebaixamento da nota da Petrobras pela agência de classificação de risco Moody’s demonstra “falta de conhecimento” sobre a empresa e que a estatal vai se recuperar “sem grandes consequências”.

    “É uma falta de conhecimento do que está acontecendo na Petrobras. Agora, não tenho dúvida de que é uma empresa com grande capacidade de se recuperar disso, sem grandes consequências”, disse a presidente em entrevista após participar de cerimônia de entrega de casas do Programa Minha Casa, Minha Vida, em Feira de Santana (BA).

    A Moody’s rebaixou a nota da Petrobras da BAA3 para BA2, com isso, a estatal perde o grau de investimento e passa para o grau especulativo. Isso indica ao mercado que investir na petrolífera brasileira passou a ser uma operação de risco. A medida vai dificultar as novas captações de recursos da empresa, pois vários investidores não podem comprar papéis de companhias que não tenham grau de investimento.

    “O governo sempre vai tentar

    Saiba mais »de Dilma diz que rebaixamento da Petrobras é falta de conhecimento e que não dá para baratear diesel
  • O estoque de imóveis à venda na capital paulista subiu no ano passado, segundo o Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi SP). O número representa os lançamentos não vendidos em um ano somados aos que sobraram do período anterior. Depois de cair de 20 mil unidades em 2008 para 7,8 mil em setembro de 2010, o estoque voltou a subir, para 27.255 em dezembro do ano passado, o maior número desde 2004.

    Somente no ano passado, o total de lançamentos superou as vendas em 10,1 mil imóveis, elevando o estoque total da cidade.

    Para o Secovi, a alta do estoque traz uma grande vantagem para os compradores, que encontram bons negócios. “Vale ressaltar que, mesmo com esse aumento do estoque, os preços dos imóveis não devem cair”, alerta o Sindicado. “A tendência, em longo prazo, é que subam, pois a produção e novas unidades na cidade de São Paulo devem ficar mais caras, em virtude das regras do novo Plano Diretor estratégico”.

    O Secovi observa que mesmo diante do aumento da oferta, permaneceu a

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  • O rebaixamento da nota de crédito da Petrobras para especulativo pela Moody’s ontem à noite traz de volta o receio de que o Brasil também venha a perder o chamado grau de investimento, nota que separa as aplicações consideradas de baixo risco das demais. Hoje o país tem nota Baa2 na Moody’s, dois graus acima do nível de investimento de alto risco.

    A perda dessa nota de baixo risco teria impactos gravíssimos para o país, pois implicaria na redução do número de investidores que poderiam comprar papéis brasileiros e dificultaria ainda mais a rolagem do déficit externo, hoje superior a 4% do PIB ao ano. A saída de dólares tenderia a aumentar a cotação da moeda americana frente ao real e o país teria de pagar juros mais altos para se financiar no exterior, por isso hoje dólar e juros estão em alta. Esse receio afeta também os papéis de bancos na bolsa, um setor mais sensível à situação externa do país.

    Para a corretora Guide Investimentos, o rebaixamento da Petrobras não chegou a ser uma

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  • Confiança do consumidor sofre nova queda e atinge menor nível desde 2005

    A aceleração da inflação, os juros altos e a piora das condições do mercado de trabalho levaram o Índice de Confiança do Consumidor (ICC) do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV) a atingir novo recorde negativo na série histórica, iniciada em setembro de 2005. O ICC recuou 4,9%, em relação a janeiro deste ano, passando de 89,8 para 85,4 pontos, a segunda queda consecutiva do indicador.

    Com o resultado, o ICC ficou 9,3 pontos abaixo do mínimo registrado na crise internacional de 2008-2009, de 94,7 pontos. Entre janeiro deste ano e dezembro do ano passado, a queda havia sido ainda maior: 6,7%.

    Segundo o Ibre, a queda do ICC foi motivada tanto pela piora da situação atual quanto das expectativas. De janeiro para fevereiro, o Índice de Situação Atual (ISA) caiu 7%, de 88,5 para 82,3 pontos; enquanto o Índice de Expectativas (IE) recuou 4,2%, ao passar de 90,8 para 87 pontos. Os dois índices também encontram-se em níveis mínimos históricos.

    > Entenda mais

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  • Pesquisa divulgada nesta terça-feira pelo Instituto Data Popular revela que 75% dos brasileiros acreditam que o ano de 2015 será pior do que 2014 para o país, em termos de emprego. A sondagem foi feita entre os dias 26 de janeiro e 1º de fevereiro, com 78.222 entrevistados de 259 cidades.

    O pessimismo é maior na faixa de 35 anos a 60 anos de idade (em torno de 78%) e predomina nas regiões Sul (81%) e Sudeste (75%), disse o presidente do Data Popular, Renato Meirelles. No Nordeste, a percepção de piora do emprego é mais baixa (68%). Entre os jovens com 16 a 24 anos de idade, há maior otimismo em relação à questão do emprego no país, este ano. O índice atingiu 34%.

    Quando indagados sobre a possibilidade de aumento ou redução de impostos durante 2015, 62% dos brasileiros disseram que vão aumentar. “Isso é maior entre os homens (70%) do que entre as mulheres (56%) e também maior na Região Sul (81%)”. De novo, o Nordeste se mostra mais otimista, com expectativa de diminuição de impostos para

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  • O Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) publicou hoje no Diário Oficial da União nova tabela com os preços de combustíveis a serem usados como o valor médio ao consumidor em 15 estados e no Distrito Federal, a partir de 1º de março.

    É a terceira tabela com os preços de referência divulgada neste ano. Ela traz parâmetros do Confaz para os estados de Alagoas, do Amazonas, de Goiás, do Maranhão, do Pará, da Paraíba, de Pernambuco, do Paraná, do Rio de Janeiro, do Rio Grande do Norte, de Rondônia, de Santa Catarina, de São Paulo, de Sergipe e do Distrito Federal.

    O Confaz é constituído pelos secretários de Fazenda, Finanças ou Tributação de cada estado e do Distrito Federal. É presidido pelo ministro da Fazenda. O objetivo do Confaz é adotar medidas para  aperfeiçoar a política fiscal dos estados e torná-la compatível com as leis da Federação.

    Pela tabela, no Distrito Federal, o preço médio da gasolina, a partir de 1º de março, será R$ 3,45. No Plano Piloto, área nobre de

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  • A manutenção da inflação em patamares elevados, os juros altos e a retração da oferta de emprego levaram o índice que mede a Intenção de Consumo das Famílias (ICF) alcançar, em fevereiro, o menor nível da série histórica, superando o recorde de dezembro do ano passado, quando o indicador ficou em 119,5 pontos.

    Divulgada hoje pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), a pesquisa registrou queda no índice de 1,6%, na comparação com janeiro, indo para 117,8 pontos. Em relação a fevereiro do ano passado, a queda chegou a 9,3%.

    Para a economista da CNC, Juliana Serapio, o cenário verificado em fevereiro é semelhante ao de dezembro do ano passado, quando foi registrado o recorde anterior. “O cenário é o mesmo de dezembro do ano passado: inflação e juros em alta e baixa oferta de emprego, o que torna o consumidor mais cauteloso”.

    Para Juliana, este cenário de incerteza deverá predominar ao longo do ano: “o cenário para este ano do ponto de vista do consumo das

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  • Ao pensarmos em nosso futuro, normalmente o fazemos pensando num roteiro praticamente linear e positivo: sair da escola, entrar na faculdade, formar-se e entrar num emprego, ou começar um negócio que vai prosperar. Namorar, casar, eventualmente ter filhos e netos. Em determinado momento aposentar-se e aproveitar a melhor idade.

    A vida, contudo, é bem menos linear do que imaginamos. Ficamos doentes, perdemos empregos, os pais precisam de nossa ajuda. Acidentes acontecem mesmo se tomarmos todos os cuidados. Claro que coisas boas e não planejadas também ocorrem: bônus, promoções, oportunidades de negócios ou mesmo heranças. Se por um lado não precisamos nos proteger de coisas boas que a vida nos reserva, muitas vezes não conseguimos evitar os eventos negativos. Mas podemos, sim, limitar os prejuízos trazidos por eles.

    Sonhos e metas

    Quando eu falo que trabalho com planejamento financeiro, muitas pessoas pensam imediatamente em investir dinheiro, escolher fundos, Tesouro Direto, ações. Essa é

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  • Confiança da indústria cai 3,1% em relação a janeiro

    O Índice de Confiança da Indústria (ICI) apurado na prévia da sondagem de fevereiro ficou em 83,2 pontos, o que significa recuo de 3,1% em relação ao resultado final de janeiro, que foi 85,9 pontos. Foi o menor nível desde outubro de 2014, quando o ICI alcançou 82,6 pontos.

    Os dados, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV), não consideram a influência sazonal, ou seja, não levam em conta fatores que influenciam o consumo como feriados ou datas comemorativas. Os números se baseiam na Sondagem da Indústria de Transformação, que mede a tendência das indústrias química, têxtil, automotiva, siderúrgica, entre outros setores relevantes da economia.

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    A Sondagem Conjuntural da Indústria de Transformação é um levantamento estatístico com informações majoritariamente de natureza qualitativa. Fornece, mensalmente, indicações sobre o estado geral da economia e suas tendências podendo, desse modo, orientar

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