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  • Contrabando dá prejuízo de R$ 100 bi por ano ao Brasil

    O Brasil perde R$ 100 bilhões por ano com o contrabando de produtos. De acordo com o Instituto de Ética Concorrencial (Etco) e o Fórum Nacional Contra a Pirataria e a Ilegalidade (FNCP), esse é o prejuízo do país com sonegação e perdas de cada setor do comércio.

    A ideia é que o dia 3 de março seja, a partir de agora, o Dia Nacional de Combate ao Contrabando, informou o Movimento em Defesa do Mercado Legal, formado por 70 entidades representadas pelo Etco e pelo FNCP. Para marcar o dia, houve ações em São Paulo, Brasília e Foz do Iguaçu, entre elas, a destruição de produtos contrabandeados e divulgação de quanto o contrabando custa aos cofres do país.

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    No ano passado, foram apreendidos R$ 515 milhões em cigarros contrabandeados. O produto é protagonista no cenário do contrabando no Brasil. Outros produtos, no entanto, também apresentam números significativos. No mesmo período, foram apreendidos R$ 151 milhões em eletrônicos, R$ 94 milhões em vestuário e

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  • O fluxo cambial, diferença entre entrada e saída de dólares do país, encerrou fevereiro negativo em US$ 1,142 bilhão, conforme informou hoje o Banco Central (BC). Com isso, o saldo acumulado nos dois primeiros meses de 2015 também ficou negativo em US$ 246 milhões. Quando o fluxo cambial fica negativo, significa que, no período, a saída de dólares do Brasil superou a entrada.

    O saldo negativo mensal ocorreu por causa do segmento financeiro, que inclui investimentos em títulos, remessas de lucros e dividendos ao exterior e investimentos estrangeiros diretos, entre outras operações. O fluxo cambial resultante dessas transações ficou negativo em US$ 1,710 bilhão.

    No segmento comercial, que abrange as operações de câmbio relacionadas a exportações e importações, o resultado ficou positivo em US$ 567 milhões. Em janeiro, o saldo de entrada e saída de dólares ficou positivo em US$ 3,903 bilhões. O fluxo encerrou 2014 no vermelho, negativo em US$ 9,287 bilhões.

    As informações são da Agência

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  • Condenado a quatro anos e oito meses de prisão no regime semiaberto na Ação Penal 470, o chamado Mensalão, o ex-deputado José Genoino teve hoje a pena extinta em decisão unânime do Supremo Tribunal Federal (STF). Os ministros do STF acataram pedido feito pela defesa do ex-presidente do PT para que ele fosse enquadrado nos requisitos do indulto natalino, editado anualmente pela Presidência da República, que prevê perdão de pena a condenados com penas leves, réus primários e que tenham cumprido parte da sentença. O Mensalão envolveu o desvio de verbas de empresas públicas para pagamento de parlamentares em troca de votos a favor do governo.

    Como isso, Genoino, que já estava no regime aberto desde agosto do ano passado, passa a ser o primeiro condenado no Mensalão a ter a condenação extinta. Apesar de não ter mais pendências com a Justiça, Genoino segue impedido de disputar cargos públicos por causa da  Lei da Ficha Limpa, que impede a candidatura, por oito anos, de políticos condenados

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  • O Procuradoria-Geral da República protocolou na noite de ontem no Supremo Tribunal Federal (STF), a lista com pedidos de abertura de inquérito a fim de investigar pessoas suspeitas de envolvimento no caso de corrupção da Petrobras. Eles foram citados nos depoimentos da Operação Lava Jato.

    Constam, no total, 54 nomes de investigados, e 28 pedidos de abertura de inquérito. Nem todos têm foro privilegiado. Além disso, foram feitos sete pedidos de arquivamento. Os nomes dos envolvidos não foram divulgados.

    Em depoimentos de delação premiada, prestados no Ministério Público Federal e na Polícia Federal, o doleiro Alberto Youssef citou nomes de autoridades com foro privilegiado, como deputados federais e senadores, que, segundo o doleiro, receberam doações em dinheiro oriundo do esquema de corrupção.

    Para ter validade, a delação premiada aguarda homologação do ministro Teori Zavascki, responsável pelos processos da Operação Lava Jato no Supremo. As informações prestadas pelo ex-diretor de

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  • Declaração de IR 2015 começa com problemas no site da Receita

    A Receita Federal admitiu que hoje, primeiro dia do prazo de entrega das declarações do Imposto de Renda Pessoas Físicas (IRPF) 2015, houve lentidão no site do órgão. O motivo, informou o supervisor do Imposto de Renda, Joaquim Adir, por meio da assessoria de imprensa da Receita, foi o fato de um número elevado de contribuintes ter acessado a página para baixar o programa do imposto de renda. O problema, segundo ele, já não existe.

    Como o programa é livre, a tendência é que, como em todos os anos, vários portais disponibilizem os dados ao longo do dia. O internauta deve levar em consideração também a velocidade de conexão de seu serviço de internet.

    O prazo para entrega da declaração do Imposto de Renda Pessoa Física 2015 vai até  30 de abril. Quanto antes o contribuinte enviar dos dados corretos à Receita, mais cedo receberá o valor correspondente à restituição. Têm prioridade para receber a restituição pessoas com mais de 60 anos,

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    O Brasil voltou a ser capa da revista britânica “The Economist” dedicada à América Latina, e novamente de forma pejorativa, indo para o brejo. Na edição, a segunda dedicada ao país em quatro meses, uma passista de escola de samba afunda em um pântano, sob o título “O atoleiro do Brasil” (“Brazil’s quagmire”). A revista fala da “queda de um titã”, diante das problemas fiscais e monetários enfrentados pelo país, que  está no “atoleiro” e corre o risco de ficar preso nele.

    A publicação aponta que o Brasil passou por altos e baixos nas últimas três décadas e que, depois de se livrar do pesadelo da inflação e alcançar o equilíbrio econômico entre os anos de 2002 e 2008, está de volta ao cenário problemático.

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    A revista cita o baixo crescimento, a inflação acima dos 7% ao ano e as taxas que devem subir a níveis altíssimos como componentes do cenário. Entretanto, o principal destaque da publicação não é a perspectiva de um ano ruim para um país, mas que os instrumentos adotados pelo governo o

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  • A presidente Dilma Rousseff disse hoje que o rebaixamento da nota da Petrobras pela agência de classificação de risco Moody’s demonstra “falta de conhecimento” sobre a empresa e que a estatal vai se recuperar “sem grandes consequências”.

    “É uma falta de conhecimento do que está acontecendo na Petrobras. Agora, não tenho dúvida de que é uma empresa com grande capacidade de se recuperar disso, sem grandes consequências”, disse a presidente em entrevista após participar de cerimônia de entrega de casas do Programa Minha Casa, Minha Vida, em Feira de Santana (BA).

    A Moody’s rebaixou a nota da Petrobras da BAA3 para BA2, com isso, a estatal perde o grau de investimento e passa para o grau especulativo. Isso indica ao mercado que investir na petrolífera brasileira passou a ser uma operação de risco. A medida vai dificultar as novas captações de recursos da empresa, pois vários investidores não podem comprar papéis de companhias que não tenham grau de investimento.

    “O governo sempre vai tentar

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  • O estoque de imóveis à venda na capital paulista subiu no ano passado, segundo o Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi SP). O número representa os lançamentos não vendidos em um ano somados aos que sobraram do período anterior. Depois de cair de 20 mil unidades em 2008 para 7,8 mil em setembro de 2010, o estoque voltou a subir, para 27.255 em dezembro do ano passado, o maior número desde 2004.

    Somente no ano passado, o total de lançamentos superou as vendas em 10,1 mil imóveis, elevando o estoque total da cidade.

    Para o Secovi, a alta do estoque traz uma grande vantagem para os compradores, que encontram bons negócios. “Vale ressaltar que, mesmo com esse aumento do estoque, os preços dos imóveis não devem cair”, alerta o Sindicado. “A tendência, em longo prazo, é que subam, pois a produção e novas unidades na cidade de São Paulo devem ficar mais caras, em virtude das regras do novo Plano Diretor estratégico”.

    O Secovi observa que mesmo diante do aumento da oferta, permaneceu a

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  • O rebaixamento da nota de crédito da Petrobras para especulativo pela Moody’s ontem à noite traz de volta o receio de que o Brasil também venha a perder o chamado grau de investimento, nota que separa as aplicações consideradas de baixo risco das demais. Hoje o país tem nota Baa2 na Moody’s, dois graus acima do nível de investimento de alto risco.

    A perda dessa nota de baixo risco teria impactos gravíssimos para o país, pois implicaria na redução do número de investidores que poderiam comprar papéis brasileiros e dificultaria ainda mais a rolagem do déficit externo, hoje superior a 4% do PIB ao ano. A saída de dólares tenderia a aumentar a cotação da moeda americana frente ao real e o país teria de pagar juros mais altos para se financiar no exterior, por isso hoje dólar e juros estão em alta. Esse receio afeta também os papéis de bancos na bolsa, um setor mais sensível à situação externa do país.

    Para a corretora Guide Investimentos, o rebaixamento da Petrobras não chegou a ser uma

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  • Confiança do consumidor sofre nova queda e atinge menor nível desde 2005

    A aceleração da inflação, os juros altos e a piora das condições do mercado de trabalho levaram o Índice de Confiança do Consumidor (ICC) do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV) a atingir novo recorde negativo na série histórica, iniciada em setembro de 2005. O ICC recuou 4,9%, em relação a janeiro deste ano, passando de 89,8 para 85,4 pontos, a segunda queda consecutiva do indicador.

    Com o resultado, o ICC ficou 9,3 pontos abaixo do mínimo registrado na crise internacional de 2008-2009, de 94,7 pontos. Entre janeiro deste ano e dezembro do ano passado, a queda havia sido ainda maior: 6,7%.

    Segundo o Ibre, a queda do ICC foi motivada tanto pela piora da situação atual quanto das expectativas. De janeiro para fevereiro, o Índice de Situação Atual (ISA) caiu 7%, de 88,5 para 82,3 pontos; enquanto o Índice de Expectativas (IE) recuou 4,2%, ao passar de 90,8 para 87 pontos. Os dois índices também encontram-se em níveis mínimos históricos.

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