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  • Cortes no PAC representam 55% do contingenciamento, diz Planejamento

    O bloqueio adicional anunciado pelo governo prevê corte de R$ 4,66 bilhões no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). O valor representa 55% do contingenciamento previsto para o Poder Executivo, segundo nota do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. O bloqueio de verbas no Executivo soma R$ 8,47 bilhões. Considerados os demais poderes, o contingenciamento atinge R$ 8,6 bilhões.

    O detalhamento sobre os valores contingenciados, segundo o ministério, se refere ao decreto, publicado no Diário Oficial da União de ontem, que atualizou a programação financeira e orçamentária para 2015, a partir da receita arrecadada e das reestimativas dos impactos do contexto econômico.

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    O ministério acrescentou que o contingenciamento do PAC, na proporção realizada, decorre do fato de o programa envolver grande volume de despesas discricionárias. “O ritmo da execução (do programa) permite um ajuste”, diz a nota. Segundo o ministério, “cerca de 90% dos

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  • Petrobras recebe mais R$ 69 milhões desviados em esquema de propina

    A Petrobras recebeu hoje mais R$ 69 milhões decorrentes do esquema de propina descoberto pela Operação Lava Jato. A devolução ocorreu na sede da estatal, no centro do Rio, em uma cerimônia, com a presença do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e do presidente da Petrobras, Aldemir Bendine.

    Os recursos devolvidos equivalem a 80% de um total dos US$ 29 milhões (R$ 86,9 milhões) repatriados pelo Ministério Público Federal (MPF) da Suíça e que foram devolvidos pelo ex-gerente da estatal Pedro Barusco, em decorrência de acordo de delação premiada no âmbito das investigações em andamento.

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    Os outros 20% referentes ao total repatriado ficarão à disposição da Polícia Federal para possíveis indenizações que vierem a surgir após a ação condenatória. Os recursos repatriados dizem respeito a propinas recebidas por Barusco, de 1999 a 2012, decorrentes de contratos com a empresa holandesa SBM, fornecedora de

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  • Governo libera R$ 5,1 bilhões de crédito extraordinário para o Fies

    Uma Medida Provisória publicada no Diário Oficial da União de hoje libera crédito extraordinário de R$ 5,1 bilhões para o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). O recurso faz parte do total de R$ 9,8 bilhões em créditos extraordinários abertos em favor do Ministério da Educação, de encargos financeiros da União e de operações oficiais de crédito.

    Dos recursos destinados ao Fies, R$ 4,2 bilhões vão para concessão de contratos do programa e R$ 400 milhões são destinados a integralização de cotas do Fundo de Garantia de Operações de Crédito Educativo. Outros R$ 578 milhões vão para a administração do Fies. As inscrições para o processo seletivo da segunda edição de 2015 do Fies serão abertas na próxima segunda-feira pela internet. No final de junho, o ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, anunciou que seriam ofertadas 61,5 mil vagas.

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    A Medida Provisória 686 de 30 de julho de 2015 também prevê recursos para a avaliação da educação superior e da

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  • WikiLeaks: Estados Unidos espionaram governo, empresas e banco do Japão

    Os Estados Unidos espionaram responsáveis governamentais japoneses, empresas e o governador do Banco do Japão, anunciou hoje o site WikiLeaks. Uma lista de “35 alvos secretos da NSA (agência de segurança americana) no Japão incluía o governo japonês, empresas como a Mitsubishi e vários responsáveis do Banco Central”, como o governador Haruhiko Kuroda, de acordo com o WikiLeaks.

    O primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, não figura entre as pessoas vigiadas pela NSA, responsável por ações de espionagem na Alemanha e França, aliados próximos dos Estados Unidos, tal como o Japão. ”Os documentos mostram o nível de vigilância sobre o governo japonês e o modo como eram colhidas e analisadas as informações de vários ministérios e serviços governamentais”, afirma o WikiLeaks.

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    As informações obtidas “demonstram um conhecimento pormenorizado de decisões internas do Japão sobre questões como as importações de produtos agrícolas e negociações comerciais, as posições

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  • S&P muda perspectiva de nota de 41 companhias brasileiras para negativa

    Após mudar a perspectiva de nota do Brasil de “estável” para “negativa”, a agência de classificação de risco americana Standard & Poor’s alterou sua perspectiva para 30 empresas e 11 instituições financeiras do país.

    As companhias citadas pela agência foram Ambev, AB Concessões (Rodovia das Colinas e Triângulo do Sol Auto-Estradas), Arteris (Autopista Planalto Sul), Braskem, CCR (Concessionária do Sistema Anhanguera Bandeirantes, Concessionária da Rodovia Presidente Dutra e Rodonorte Concessionária de Rodovias Integradas), Companhia Energética de São Paulo (Cesp), Companhia de Gás de São Paulo (Comgás), Companhia Energética do Ceará (Coelce), Duke Energy International Geração Paranapanema (Duke), Ecorodovias (Concessionária Ecovias dos Imigrantes), Elektro, Eletrobrás, Globo Comunicação e Participações, Itaipu, Multiplan, Net, Samarco Mineração, Tractebel Energia, Transmissora Aliança de Energia Elétrica (Taesa), Ultrapar e Votorantim (Industrial e Cimentos).

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  • O volume médio diário negociado na Bovespa foi de US$ 1,59 bilhão em julho, o menor valor desde março de 2009. No mês, apenas 59 ações tiveram volume médio diário maior que US$ 5 milhões, segundo levantamento da Economática.

    Para servir de comparação, o maior volume médio registrado pela Bovespa aconteceu em agosto de 2011, quando eram negociados US$ 4,21 bilhões por dia.

    Segundo a consultoria, a bolsa brasileira reflete a forte valorização do dólar e o fraco desempenho do mercado de ações local. A alta da moeda americana diminui o leque de ativos com liquidez. Nesse sentindo, o mês com mais oportunidades para investidores estrangeiros foi fevereiro de 2013, quando 111 ações movimentaram uma média de US$ 5 milhões por dia. No entanto, neste mês, o número de ações com um volume financeiro médio diário acima de US$ 5 milhões caiu para 59.

    O melhor desempenho diário no mês foi marcado pelas ações preferenciais (PN, sem voto) da Petrobras, com volume médio de R$ 148 milhões, seguidas por Itaú

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  • O juiz federal Sérgio Moro abriu hoje uma ação penal contra o presidente da Odebrecht, Marcelo Odebrecht, e mais 12 investigados na Operação Lava Jato, acusados pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro em contratos da Petrobras.

    Entre os investigados, que passaram à condição de réus, estão o doleiro Alberto Youssef, o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa, além de Renato Duque, Pedro Barusco e Celso Araripe, ex-dirigentes da estatal. Segundo o juiz, há indícios de que eles eram os destinatários da propina. Alexandrino Ramos de Alencar e Márcio Faria da Silva, ex-executivos da Odebrecht, tiveram também a denúncia aceita.

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    Para ele, as provas indicam que o presidente da Odebrecht, preso em Curitiba desde o mês passado, está envolvido na prática dos crimes, orientando a atuação dos demais. Segundo o juiz, o fato é evidenciado “principalmente por mensagens a eles dirigidas e anotações pessoais, apreendidas no curso

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  • Dívida do Tesouro aumenta 3,5% em junho

    A Dívida Pública Federal teve elevação de 3,5% em junho, em comparação a maio: passou de R$ 2,496 trilhões para R$ 2,583 trilhões. Os dados foram divulgados hoje pelo Tesouro Nacional. O endividamento do Tesouro pode ocorrer da por meio da oferta de títulos públicos em leilões, pela internet (Tesouro Direto) ou pela emissão direta (com destinação específica).

    O aumento da dívida do Tesouro Nacional também pode ocorrer pela assinatura de contratos de empréstimo. Nesse caso, o Tesouro toma empréstimo de uma instituição financeira ou de um banco de fomento.

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    A Dívida Pública Mobiliária Federal interna (DPMFi) cresceu 3,81% e passou de R$ 2,372 trilhões para R$ 2,462 trilhões. A DPMFi é a dívida pública federal em circulação no mercado nacional. Ela é paga em reais e captada por meio da emissão de títulos públicos. O motivo da elevação no mês passado foi a emissão líquida, no valor de R$ 65,15 bilhões, realizada pelo governo. Além disso, houve incorporação

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  • Provocada pela contração da economia, a redução da meta de superávit primário (economia para pagar os juros da dívida pública) deste ano para 0,15% do Produto Interno Bruto (PIB) provocou turbulência no mercado financeiro. O dólar fechou a semana na maior cotação em 12 anos em meio a temores de que o governo não consiga estabilizar as contas públicas.

    Segundo economistas ouvidos pela Agência Brasil, a execução do ajuste fiscal não depende apenas do empenho do ministro da Fazenda, Joaquim Levy. Para eles, apenas a capacidade de reação da economia brasileira, com a queda da inflação e a retomada gradual do crescimento, determinará se o governo conseguirá ampliar o esforço fiscal nos próximos anos até que o superávit volte a 2% do PIB em 2018.

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    Para o economista-chefe da Sulamérica Investimentos, Newton Rosa, não havia como manter a meta anterior, de 1,1% do PIB para 2015, com a queda na arrecadação e as dificuldades do governo em cortar

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  • Previdência privada ou fundos? O que é melhor para poupar no longo prazo

    É muito comum ter essa dúvida quando o portfólio de investimentos está crescendo: onde será que é melhor concentrar mais dinheiro, em previdência privada ou fundos de investimento?

    Para aprofundarmos nestes detalhes, é importante entender o que são estes dois produtos para, aí sim, chegarmos no nível que importa para decidir entre um ou outro.

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    Fundos e Previdência

    A previdência privada, pela legislação, deve aplicar em fundos de investimento exclusivos e por isso estes produtos mantêm certas características semelhantes. Um fundo de investimento é um tipo de aplicação financeira que reúne recursos de um conjunto de investidores (cotistas) visando um determinado objetivo ou retorno esperado.

    O patrimônio de um fundo de investimento é a soma de todos os recursos aplicados por seus diferentes investidores. Cada investidor (cotista) possui um número de cotas proporcional ao valor total de seus investimentos. Assim, quanto maior for o valor

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